Yordano — Perla Negra letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Perla Negra" de Yordano.
Letra
Noche de luna llena
La hora es la del puñal
Como ladrones de sombras
Entramos buscando, que
Una fantasía se haga realidad
Esta muy cargado el ambiente
El humo no me deja ver
Entre el ruido y las risas
Se cuela el silencio de una mirada
Que quiere decir
Si quieres jugar con fuego
Ahora tienes el chance
Vengo de calle adentro
Donde se entierran los sueños
Con luz de neón y metal
Mis manos saben lo que hacen
Mi lengua no tiene rival
Dime que quieres que te haga
Yo se de mil calles y todas llevan
Al mismo lugar
La caba todavía caliente
Quien sabe cuanto sabrá
Y en besos de cinco minutos
Dejo mi aliento un cuerpo
Cansado de tanto rogar
Y solo que d el vació
De un sueño que despierto
Cuando seco el roció
Dejo en mi cuerpo un desierto
La herida llega al corazón
Las cartas sobre la mesa
Le toca hablar al billete
Cada quien tiene su puesto
Hace su papel, le sacan el jugo
Paga y se va
La calle se abre a los pasos
Que aunque quieran no pueden parar
Van de una esquina a la otra
De pinto a miseria, de un carro a la acera
Sin mirar atrás
Y se que no hubo flores
Ni besos de despedida
Solo una perla negra
Se deslizo por la mejilla
Y a la almohada fue a parar
Noche de luna llena
La hora es la del puñal
Como ladrones de sombra
Entramos buscando, una fantasía
Que se haga realidad
Tradução da letra
Noite de lua cheia
A hora é a do punhal
Como ladrões de sombras
Nós Entramos procurando, o que
Uma fantasia se torne realidade
Está muito carregado o ambiente
O fumo não me deixa ver
Entre o barulho e o riso
Foge o silêncio de um olhar
O que quer dizer
Se você quiser jogar com fogo
Agora tens a hipótese
Venho da rua
Onde os sonhos são enterrados
Com luz de néon e metal
As minhas mãos sabem o que fazem
A minha língua não tem rival
Diz me o que queres que te faça
Eu sei de mil ruas e todas levam
Para o mesmo lugar
A caba ainda quente
Quem sabe quanto saberá
E em beijos de cinco minutos
Eu deixo minha respiração um corpo
Cansado de tanto implorar
E só que o d esvaziou
De um sonho que eu acordo
Quando seco o aspergiu
Deixo no meu corpo um deserto
A ferida atinge o coração
As cartas na mesa
É a vez de falar com o bilhete
Cada um tem o seu posto
Faz o seu papel, tira-lhe o sumo
Paga e vai se embora
A rua abre para os passos
Que mesmo que queiram não podem parar
Vão de um canto para o outro
De pinto a miseria, de um carro para a calçada
Sem olhar para trás
E sei que não havia flores
Nem beijos de despedida
Apenas uma pérola negra
Escorregou pela bochecha
E a almofada foi parar
Noite de lua cheia
A hora é a do punhal
Como ladrões de sombra
Entramos à procura, uma fantasia
Que se torne realidade