Watain — I Am The Earth letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "I Am The Earth" de Watain.

Letra

He lives through me All of what I am The needle of hamartia
Injected in the flesh of man
With the soul of a carrion
Sleeping, yet awake
For underneath this skin
Crawls eden’s cursed snake
Hic est draco caudam suam devorans!
You may have felt it’s cold
Carressing down your spine
Gently yet with strength
And with a morbid touch
For its real shape is a razor
Smeared with the Devil’s seed
And infected with it’s plauge
Are the scars from which I bleed
I am the earth
Chained to horns
Its ground is my flesh
Pierced by Holy thorns
I am the earth
Burning deep within
It’s water is my blood
Blackened by my sins
Swallowed by His mystery
Lots within it’s maze
The bridges behind they burn
from the pyres of Hell’s grace
One after another
The stars fade into black
He has called my name
There is no way back…
Pierced by His will
Trapped within His lair
My flesh shall be the sign
Of that fires are to fear
For those who walk upon me Shall be punished for their turns
I am the earth
And within me the Devil burns!
I am the earth
In the shadow of the Lord
A crucifix of flesh
Yet sinfully adored
I am the earth
As your life with me does blend
I am His truth
The world without end…
The world without end.

Tradução da letra

Ele vive através de mim tudo o que eu sou a agulha de hamartia
Injetado na carne do homem
Com a alma de um carneiro
Dormindo, mas acordado
Por baixo desta pele
Rasteja a cobra amaldiçoada do Éden
Hic est draco caudam suam devorans!
Podes ter sentido que está frio.
A acariciar-te a espinha.
Suavemente mas com força
E com um toque mórbido
Pois a sua verdadeira forma é uma lâmina
Manchada com a semente do diabo
E infectado com plauge
São as cicatrizes das quais Sangro
Eu sou a terra
Acorrentado a chifres
A sua terra é a minha carne
Trespassados por espinhos sagrados
Eu sou a terra
Queimando profundamente dentro
É água é o meu sangue
Enegrecidos pelos meus pecados
Engolido pelo seu mistério
Muitos dentro dele são maze.
As pontes por trás ardem
das Piras da Graça do inferno
Um após o outro
As estrelas desvanecem-se em preto
Ele chamou o meu nome.
Não há volta a dar…
Perfurado pela sua vontade
Preso no seu covil
A minha carne será o sinal
De que os incêndios devem temer
Pois aqueles que caminham sobre mim serão castigados pelas suas voltas.
Eu sou a terra
E dentro de mim o diabo arde!
Eu sou a terra
Na sombra do Senhor
Um crucifixo de carne
Mas adorado pelo pecado
Eu sou a terra
Como a tua vida comigo se mistura
Eu sou a verdade dele.
O mundo sem fim…
O mundo sem fim.