Wálter Silva — Está Lloviendo Pa'l Cerro letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Está Lloviendo Pa'l Cerro" de Wálter Silva.

Letra

Esta lloviendo pa el cerro
Mañana amanecen llenos los caños del llano mio
Si el aguacero se baja pa el centro de la sabana
Amanece haciendo frio (bis)
Y tu tan lejos mi amor
Yo aqui en mi llano infinito
Mirando como se pone la copa del cerro oscurito
Va amanecer la llanura con los caminos llenitos
Y por culpa de tu ausencia mis ojos inundaditos.
Yo no aguanto que otro invierno
Me vuelva a encontrar solito
Sabiendo como nos gusta
Cuando llueve cariñito
Sentarnos junto al fogon y al calor de un cafecito
Escuchar como se amaina un aguacero junticos
Esta lloviendo pa el cerro
Pero hay una nube negra que puso sobre el llano
Y un golpe de brisa de agua
Que me golpea pecho y alma
Sin ti prefiero el verano (bis)
Paso un remolino de viento
Cuando niño los llamabamos un diablo
Se estan meciendo las palmas
Solitos se caen los mangos
La primera gota de agua
Es señal de que un chubasco
Vuelve a encontrarme sin ti a campo abierto y sin caucho
Todos los animalitos
Enchumbaditos corren para un cola e pato
La gaillinita recoge a los pollitos del patio
Se abrigan bajo sus alas
Yo me antojo de inmediato
A malaya estar asi amor del alma en tus brazos

Tradução da letra

Está chovendo pa el cerro
Amanhã amanhecem cheios os bicos da planície mio
Se o aguaceiro é abaixado pa o centro da savana
Amanhece fazendo frio (bis)
E tu tão longe meu amor
Eu aqui na minha Planície Infinita
Olhando como se põe o cálice do Cerro obscuro
Vai amanhecer a planície com os caminhos cheios
E por causa da tua ausência, os meus olhos inundados.
Eu não aguento mais do que outro Inverno
Volte a encontrar me sozinho
Sabendo como gostamos
Quando chove querido
Sentarmo nos junto ao fogon e ao calor de um cafezinho
Ouvir como um aguaceiro se amaina
Está chovendo pa el cerro
Mas há uma nuvem negra que colocou sobre a planície
E um golpe de brisa de água
Que me bate peito e alma
Sem você eu prefiro o verão (bis)
Passo um redemoinho de vento
Quando criança chamávamos lhes um diabo
Estão a balançar as palmas das mãos
As mangas estão a cair
A primeira gota de água
É sinal de que um chubasco
Volta a encontrar me sem ti em campo aberto e sem borracha
Todos os animais
Enchumbaditos correr para um rabo e pato
A gaillinita pega os pintos do quintal
Eles se abrigam sob suas asas
Eu desejo imediatamente
A malaia estar assim amor da alma em teus braços