Vision Of Disorder — By The River letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "By The River" de Vision Of Disorder.

Letra

An undistinguised knot of waste
The man laid open, a soul to test
Feel some pressure
Building in your chest, is this your last breath?
Alone exposed to just blood and bone
An empty practice for the hordes
Ritual
Like complicated insects will
We walk alone
Scouring graveyards
In search of ourselves
We discover strangers
The sleeping eyes of time passed by What might have been sin or doubt
The side that’s dried and petrified
Why mercy’s expected is beyond the point of points
Of points…
Of points…
Open up your eyes
Never to realize
Coming from the riverside
Are screams of MERCY…
Cry, we have come too far…
Lonely sunrise, climbing into the sky,
Only to sleep…
Dusted twilight, spilling into moonlight
All our lives we’re waiting to die
IN FEAR OF THE RIVER
We trample under a billion stars
And vines that wind over the houses
And past the trees
Smothering everything…
When all drops silent
A grave where no light gets in The world resents it When all is placid
A tranquil place in time
Our Earth shattered
We ain’t getting by

Tradução da letra

Um nó indistinguível de lixo
O homem abriu-se, uma alma para testar
Sente alguma pressão.
A construir no teu peito, é o teu último suspiro?
Sozinho exposto a apenas sangue e osso
Uma prática vazia para as hordas
Ritual
Como insectos complicados
Caminhamos sozinhos
Cemitérios para a limpeza
Em busca de nós mesmos
Descobrimos estranhos
Os olhos adormecidos do tempo passaram pelo que poderia ter sido pecado ou dúvida
O lado que é seco e petrificado
Por que o esperado de misericórdia está além dos pontos
De pontos…
De pontos…
Abre os olhos
Nunca perceber
Vindo do riverside
São gritos de misericórdia…
Chora, chegamos longe demais…
Solitario nascer do sol, subir ao céu,
Só para dormir…
Crepúsculo empoeirado, derramado ao luar
Todas as nossas vidas estamos à espera de morrer
COM MEDO DO RIO
Pisamos sob um bilhão de estrelas.
E videiras que sopram sobre as casas
E depois das árvores
Sufocar tudo…
Quando tudo cai em silêncio
Uma sepultura onde nenhuma luz entra no mundo se ressente quando tudo é Plácido
Um lugar tranquilo no tempo
A nossa terra estilhaçada
Nós não desenrascáramos