Violeta Parra — Amigos Tengo Por Cientos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Amigos Tengo Por Cientos" de Violeta Parra.

Letra

Amigos tengo por cientos
Para toda mi delicia
Yo lo digo sin malicia
Con verdadero contento
Yo soy amiga del viento
Que rije por las alturas
Amiga de las honduras
Con vueltas y torbellinos
Amiga del aire fino
Con toda su travesura
Yo soy amigo del fuego
Del astro mas relumbrante
Porque en el cielo arrogante
Camina como su dueño
Amigo soy del ruiseñor
Relampago de la luna
Con toda su donosura
Alumbra la mar furiosa
Y amigo de las frondosas
Obscuridades nocturnas
Amigo del solitario
Lucero de la mañana
Y de la brisa temprana
Que brilla como un rosario
Amiga del jardinario
Del arco de las alianzas
Amiga soy de confianza
De nubes y nubarrones
Tambien de los arreboles
En todas las circumstancias
Amigo soy de la lluvia
Porque es un arpa sonora
De alambres y de bordonas
Que tuntunean con furia
Amigo de las centuria
De los espacios tesoros
Y de los cerros sonoros
Que guardan los granizales
Amigo de los raudales
Que entonan su lindo coro
Amiga de la neblina
Que ronda los horizontes
Cordillerales y montes
Con su presencia tan fina
La nieve por blanquesina
Poblados y soledades
Bonanzas y tempestades
Son mis amigos sinceros
Pero mi canto el primero
De todas mis amistades

Tradução da letra

Amigos eu tenho por centenas
Para toda a minha delícia
Eu digo sem malícia
Com verdadeiro feliz
Sou amiga do vento
Que rege pelas alturas
Amiga das honduras
Com voltas e turbilhões
Amiga do ar fino
Com toda a sua brincadeira
Eu sou amigo do fogo
Do astro mais brilhante
Porque no céu arrogante
Caminhe como seu dono
Meu sou do Rouxinol
Clarão da lua
Com todo o seu donosura
Ilumine o mar furioso
E amigo das frondosas
Obscuridades noturnas
Amigo do solitário
Estrela da manhã
E da brisa adiantada
Que brilha como um rosário
Amiga do jardim
Do arco das alianças
Amiga sou de confiança
De nuvens e nuvens
Também das explosões
Em todas as circumstâncias
Amigo sou da chuva
Porque é uma harpa sonora
De fios e de bordonas
Que tuntunean com fúria
Amigo da centúria
Dos espaços tesouros
E das colinas sonoras
Que guardam os granizales
Amigo dos raudales
Que entoem seu lindo coro
Amiga da neblina
Que ronda os horizontes
Cordillerais e montes
Com a sua presença tão fina
A neve por esbranquiçada
Povoados e solidões
Bonanças e tempestades
São meus amigos sinceros
Mas meu canto o primeiro
De todas as minhas amizades