Vidres a la Sang — Esclaus DE La Modernitat letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Esclaus DE La Modernitat" de Vidres a la Sang.
Letra
Som esclaus dels nostres temps
I així reeixim despertant
En somnis sense dignitat
Per bens banals tan desitjats
No prou brau és l’esperit d’aquells
Qui desfugen nous destins
No prou valents son aquells que
Remunerats són des del menyspreu
Moltes foren les virtuts que amagaren altres ulls
Els de l’espectacle opressor
Que ens tem i cohibeix per por
Encadenats a la causa
Temptació i possessió dictaminen els valors
Esclaus dels nostres bens
En tant que tenim
Tan dignes ens convertim
Esclaus en l’esperit
Runes en queden del dubte moral
Educats per no sentir
L’alè de l’engany ens complimenta
Anant i venint
Som esclaus del nostre esdevenir
El dibuix de l’espiral dels descens definim
Sedats, adormits i de braços creuats
Enfonsant-nos en la mediocritat
Esperant el crit del destí
I és que el temps és lent
Però pas a pas, va facturant
Són els paranys del benestar
Aqui no hi ha lloc per herois
Només per als que abaixen el cap
Com va sent de trist costum
Noves oportunitats haurem obviat
Ments lliures, si, però en gàbies d’or
Som esclaus de la modernitat
Tradução da letra
Somos escravos do nosso tempo
E assim reeixim acordou
Em sonhos sem dignidade
Para que os bens sejam triviais como desejado
Não há touro suficiente é o espírito daqueles
Quem deseja novos destinos?
Não suficientemente corajosos são aqueles que
Pagos são de um desprezo
Muitas eram as virtudes que amagaren outros olhos
O opressor do espectáculo
Que temíamos e cohibeix por medo
Acorrentado à causa
Tentação e possessão estabelecem os valores
Escravos dos nossos bens
Tanto que temos
Tão merecedores que nos tornamos
Escravos no espírito
Ruínas permanecem da dúvida moral
Educado para não sentir
O sopro do engano, nós complimenta
Ir e vir
Somos escravos do nosso futuro
O desenho da espiral de descida, definimos
Estão sedados, a dormir e os braços cruzados
Afundando-se na mediocridade
Esperando o grito do Destino
E é que o tempo é lento
Mas passo a passo, Ele atualmente facturação
São as armadilhas do bem-estar
Aqui não há lugar para heróis
Só para aqueles que deixam cair o olhar na cabeça
Como ainda era um hábito triste
Novas oportunidades que teremos de ignorar
Mentes livres, sim, mas em jaulas de ouro
Somos escravos da modernidade