Victoria Williams — Crazy Mary letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Crazy Mary" de Victoria Williams.
Letra
She lived on a curve in the road
In an old tar-paper shack
On the south side of the town
On the wrong side of the tracks
Sometimes on the way into town we’d say
«Mama, can we stop and give her a ride?»
Sometimes we did as she shook her head
And her hands flew from her side
Wild eyed, crazy Mary
Down along the road, past the Parson’s place
The old blue car we used to race
Little country store with a sign tacked to the side
Said, «No L O I T E R I N G allowed»
Underneath that sign always congregated quite a crowd
Take a bottle, drink it down, pass it around
Take a bottle, drink it down, pass it around
Take a bottle, drink it down, pass it around
One night thunder cracked mercy backed outside her windowsill
Dreamed I was flying high above the trees, over the hills
Looked down into the house of Mary
Bare bulb blown, newspaper-covered walls
And Mary rising up above it all
Next morning on the way into town
We saw some skid marks, and followed them around
Over the curve, through the fields
Into the house of Mary
That what you fear the most
Could meet you halfway
That what you fear the most
Could meet you halfway
Take a bottle, drink it down, pass it around
Take a bottle, drink it down, pass it around
Take a bottle, drink it down, pass it around
Take a bottle, drink it down, pass it around
Around, around, around, around
Where she stops no, no, nobody knows
No, nobody knows, nobody knows
Nobody knows, no, nobody knows
Tradução da letra
Ela vivia numa curva na estrada
Numa Velha Barraca de papel de alcatrão
No lado sul da cidade
No lado errado da linha
Às vezes, a caminho da cidade, dizíamos:
"Mamã, podemos parar e dar-lhe boleia?»
Às vezes fazíamos como ela abanava a cabeça
E as mãos dela voaram do seu lado
Wild eyed, crazy Mary
Ao longo da estrada, depois da Casa do Pároco
O velho carro azul que costumávamos correr
Pequena loja de campo com um letreiro virado para o lado
Disse:»
Debaixo desse sinal sempre se reunia muita gente.
Pega numa garrafa, bebe-a, passa-a à volta
Pega numa garrafa, bebe-a, passa-a à volta
Pega numa garrafa, bebe-a, passa-a à volta
Uma noite, o trovão rachou a misericórdia ao lado da sua janela.
Sonhei que voava sobre as árvores, sobre as colinas
Olhou para a casa de Maria
Lâmpadas sopradas, paredes cobertas de jornais
E a Mary a erguer-se acima de tudo
Na manhã seguinte a caminho da cidade
Vimos algumas marcas de derrapagem e seguimo-las.
Sobre a curva, através dos Campos
Para a casa de Maria
Que o que mais temes
Podia encontrar-te a meio caminho
Que o que mais temes
Podia encontrar-te a meio caminho
Pega numa garrafa, bebe-a, passa-a à volta
Pega numa garrafa, bebe-a, passa-a à volta
Pega numa garrafa, bebe-a, passa-a à volta
Pega numa garrafa, bebe-a, passa-a à volta
Ao redor, ao redor, ao redor, ao redor
Onde ela pára Não, Não, ninguém sabe
Não, ninguém sabe, ninguém sabe
Ninguém sabe, não, ninguém sabe