Vicente Fernandez — La Yegua Palomina letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Yegua Palomina" de Vicente Fernandez.

Letra

A esa yegua palomina
Retomona y de ojos verdes
Yo le voy a echar un pial
Y aunque en este rumbo dicen
Que ando aprendiendo a ser charro
Yo la tengo que amansar
Tiene un porte elegantioso
Y un andar muy cadencioso
Siempre me hace suspirar
Cuando la miro se crece
Se compone y me entristece
Que me haga, desesperar
Ay Dios eterno, solo pido, que me hagas un favor
Que mi yegua Palomina, como le digo a esa indina
No se tarde en entregarme su amor
Sus ojos verdes, ya se clavaron tan dentro de mí
Que si no los veo me enfermo
Y en las noches ya ni duermo
Me la paso, en solo sufrir
A mi yegua Palomina
Yo la quiero por catrina
Por rebelde y de buen ver
Por grandota y por ladina
Porque esta hecha a mi medida
Pronto será mi mujer
Ay Dios eterno, solo pido, que me hagas un favor
Que mi yegua Palomina, como le digo a esa indina
No se tarde en entregarme su amor
Sus ojazos verdes, ya se clavaron tan dentro de mí
Que si no los veo me enfermo
Y en las noches ya ni duermo
Me la paso, en puro sufrir

Tradução da letra

Aquela égua palomina
Retoma e de olhos verdes
Vou dar lhe um pial
E embora neste curso eles dizem
Que ando aprendendo a ser charro
Eu tenho que amansar
Tem um porte elegante
E um andar muito cadencioso
Faz me sempre suspirar
Quando olho para ela cresce
É composto e me entristece
Que me faça desesperar
Deus eterno, só peço, que me faças um favor
Que a minha égua Palomina, como digo àquela indina
Não me demore a entregar o seu amor
Seus olhos verdes, já se cravaram tão dentro de mim
Se não os vir fico doente
E à noite já nem durmo
Passo - a, só a sofrer
A minha égua Palomina
Eu quero a por catrina
Por rebelde e de bom ver
Por grande e por ladina
Porque é feito à minha medida
Em breve será a minha mulher
Deus eterno, só peço, que me faças um favor
Que a minha égua Palomina, como digo àquela indina
Não me demore a entregar o seu amor
Seus olhos verdes, já se cravaram tão dentro de mim
Se não os vir fico doente
E à noite já nem durmo
Passo-a, em puro sofrimento