Vicente Fernandez — La Muerte De Un Gallero letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Muerte De Un Gallero" de Vicente Fernandez.

Letra

Nadie soñaba ni el día, ni como habría de acabar
Don Luis Macarena «El Cojo» villano de Chiconcuac
Deshonra de aquel poblado y gallero profesional
Hagan apuestas señores que un hombre va a desafiar
Al partido Macarena, y a Luis muy en especial
Que no respeta los gallos ni lo que haya que apostar
Tú vida contra mi vida y no te me vas a rajar
Contesta así Macarena, y no te me vas a rajar
Tú vida contra mi vida, pelea la hay que la hay
Cierren las puertas señores, yo mismo voy a soltar
Y vayan encendiéndole cirios al que me vino a insultar
El giro patas chorreadas y mi prieto el águila real
Y enmudeció el palenque cuando un girazo en el redondel
Volando al ras del suelo, sin darle tiempo a Don Luis soltar
Se le estrello en el pecho, se le estrello en la cara
Y de fieras cuchilladas, la vida le arrebato,
Y enmudeció el palenque, cuando el giro enloquecido
Remataba a Macarena, (Kikiriki) poniéndose alegre a cantar
(Cierren las puertas señores, cierren las puertas, yo mismo voy
a soltar, y vayan encendiéndole cirios, a ese, a ese que me vino a insultar,
tú giro patas chorreadas, tu giro patas chorreadas, contra mi consentido,
el mas consentido, mi prieto el águila real)
Y enmudeció el palenque cuando un girazo en el redondel
Volando al ras del suelo, sin darle tiempo a Don Luis soltar
Se le estrello en el pecho, se le estrello en la cara
Y de fieras cuchilladas, la vida le arrebato,
Y enmudeció el palenque, cuando el giro enloquecido
Remataba a Macarena, (Kikiriki) poniéndose alegre a cantar

Tradução da letra

Ninguém sonhava nem o dia, nem como acabaria
Don Luis Macarena" O coxo " vilão de Chiconcuac
Desonra daquele povoado e galero profissional
Façam apostas senhores, que um homem vai desafiar
Ao partido Macarena, e ao Luis muito em especial
Que não respeita os galos nem o que apostar
A tua vida contra a minha vida e não me vais cortar
Responde assim, Macarena, e não me vais cortar
A tua vida contra a minha vida, Luta, Luta, Luta, Luta, Luta.
Fechem as portas senhores, eu mesmo vou soltar
E vão acendendo círios a quem me veio insultar
O giro pernas jorradas e meu prieto a águia real
E mudou o palenque quando um giro no Roundel
Voando ao nível do chão, sem dar tempo para Don Luis soltar
Bateu-lhe no peito, bateu-lhe na cara
E de feras facadas, a vida arrebatou-o,
E o palenque mudou, quando o giro enlouqueceu
Ele cobriu Macarena, (Kikiriki) ficando alegre para cantar
(Fechem as portas senhores, fechem as portas, eu mesmo vou
soltem-se, e acendam círios, aquele, aquele que me veio insultar,
tu viraste pernas jorradas, a tua volta pernas jorradas, contra o meu mimado,
o mais mimado, meu prieto a águia real)
E mudou o palenque quando um giro no Roundel
Voando ao nível do chão, sem dar tempo para Don Luis soltar
Bateu-lhe no peito, bateu-lhe na cara
E de feras facadas, a vida arrebatou-o,
E o palenque mudou, quando o giro enlouqueceu
Ele cobriu Macarena, (Kikiriki) ficando alegre para cantar