Veronique Sanson — Sans Regrets letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Sans Regrets" de Veronique Sanson.

Letra

Dans cette ville, qu’est ce qu’elle peut bien faire
Pour calmer sa colère
Comme une louve solitaire elle erre, elle erre, elle erre.
Elle est partie pour chasser la brume
De son c ur éclaté.
Elle est partie pour ce que nous fûmes
Avant de détruire le passé.
Dans cette ville, qu’est ce qui la fait rire
Des gens dans les bistrots
Elle est partie pour pas les voir rougir
Les gens comme il faut.
Jamais le vent de ses racines
N'était venu jusqu'à moi.
Elle a fui, une nuit ou la lune l’appelait
Vers les anciennes dunes que les Dieux adoraient
Sans regrets, sans regrets.
Elle avait le regard de ceux qui vont mourir
Comme si elle se voyait mal et qu’elle voulait en rire.
Elle ajustait sa voix pour qu’elle vienne à son c ur Qu’il ne sache jamais comment une femme meurt
Et ce silence tout autour d’elle
C'était leur tyrannie.
Ces petits fronts méchant suant de platitude
C’est leur seule attitude.
Jamais le vent de ses racines
N'était venu jusqu'à moi.
Je voudrais qu’elle se dise
Je me pardonne mes fautes qui m’ont un jour offensée
Et je dirais tout haut que j’ai toujours aimé
Sans regrets, sans regrets
Elle a fui, une nuit ou la lune l’appelait,
Vers les anciennes dunes que les Dieux adoraient,
Sans regrets, sans regrets.

Tradução da letra

Nesta cidade, o que pode ela fazer bem
Para acalmar a sua raiva
Como um lobo solitário ela vagueia, ela vagueia, ela vagueia.
Ela saiu para perseguir a névoa
O coração dele rebentou.
Ela partiu para o que éramos
Antes de destruir o passado.
Nesta cidade, o que a faz rir
Pessoas em bistros
Foi-se embora para não os ver corados.
Pessoa.
Nunca o vento das suas raízes
Não tinha vindo ter comigo.
Ela fugiu, uma noite a lua chamou-a
Às dunas antigas que os deuses adoravam
Sem arrependimentos, sem arrependimentos.
Ela tinha o olhar daqueles que morrerão.
Como se ela se visse mal e quisesse rir disso.
Ela ajustava a voz para que ela chegasse ao seu coração para que ele nunca soubesse como uma mulher morre.
E aquele silêncio à sua volta
Era a tirania deles.
Estas sobrancelhas nojentas de banalidade
É a única atitude deles.
Nunca o vento das suas raízes
Não tinha vindo ter comigo.
Quero que ela diga a si mesma.
Perdoo-me pelos meus pecados que uma vez me ofenderam.
E eu diria alto e bom som que sempre gostei
Sem arrependimentos, sem arrependimentos
Ela fugiu, uma noite a lua chamou-a,
Às dunas antigas que os deuses adoravam,
Sem arrependimentos, sem arrependimentos.