Vega — El Funeral letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "El Funeral" de Vega.
Letra
Otoño se abre puertas a la ciudad
Dejando el verano atrás
Desde el noventa y nueve te iré a buscar al mismo lugar
Otoño se abre puertas a la ciudad
Dejando el verano atrás
Desde el noventa y nueve te iré a buscar al mismo lugar
Las hojas van cayendo para enterrar
Tu nombre y el mio
Perdimos la paciencia y el corazón
En la discusión
Muriendo, pero somos conscientes del fuego
Que arrasa lentamente
Los pocos afectos que nos quedan
Y queman, queman
Quisiera que el tiempo perdonara los errores
Leyendo lo bonito entre renglones
Aunque sepamos que nunca lo hará
Quisiera quitarme este disfraz por un momento
Salirme de mi piel y ver de lejos
Con pena, nuestro propio funeral
Si dudas un momento
Dilo sin más
Y me quedo, contigo
El eco de los pésames se acerca ya
Lo siento, que pena, era tan bonito
Lo siento, que triste, un amor tan distinto
Agarra mis manos, no ves que ahí afuera
Se mueren de ganas de echarnos más tierra
Quisiera que el tiempo perdonara los errores
Leyendo lo bonito entre renglones
Aunque sepamos que nunca lo hará
Quisiera quitarme este disfraz por un momento
Salirme de mi piel y ver de lejos
Con pena, nuestro propio funeral
«Quisiera que el tiempo perdonara los errores
Quisiera, quisiera, quisiera…»
Quisiera que el tiempo perdonara los errores
Leyendo lo bonito entre renglones
Dejándonos…otra oportunidad
Tradução da letra
Outono abre portas para a cidade
Deixando o verão para trás
A partir dos noventa e nove vou te buscar ao mesmo lugar
Outono abre portas para a cidade
Deixando o verão para trás
A partir dos noventa e nove vou te buscar ao mesmo lugar
As folhas vão caindo para enterrar
O teu nome e o meu
Perdemos a paciência e o coração
Na discussão
Morrendo, mas estamos conscientes do fogo
Que varre lentamente
Os poucos afetos que nos restam
E queimam, queimam
Gostaria que o tempo perdoasse os erros
Lendo o bonito entre linhas
Mesmo que saibamos que nunca o fará
Gostaria de tirar este disfarce por um momento
Sair da minha pele e ver de longe
Com pena, o nosso próprio funeral
Se duvidas um momento
Di lo sem mais nem menos
E eu fico contigo
O eco das condolências aproxima se
Sinto muito, que pena, era tão bonito
Desculpe, que triste, um amor tão diferente
Agarra as minhas mãos, não vês que lá fora
Estão a morrer de vontade de nos deitar mais terra
Gostaria que o tempo perdoasse os erros
Lendo o bonito entre linhas
Mesmo que saibamos que nunca o fará
Gostaria de tirar este disfarce por um momento
Sair da minha pele e ver de longe
Com pena, o nosso próprio funeral
"Eu gostaria que o tempo perdoasse os erros
Quem me dera, quem me dera…»
Gostaria que o tempo perdoasse os erros
Lendo o bonito entre linhas
Deixando-nos otra outra oportunidade