Vasco Rossi — Dannate Nuvole letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Dannate Nuvole" de Vasco Rossi.
Letra
Quando cammino su queste
Dannate nuvole
Vedo le cose che sfuggono
Dalla mia mente
Niente dura, niente dura
E questo lo sai
Però
Non ti ci abitui mai
Quando cammino in questa
Valle di lacrime
Vedo che tutto si deve
Abbandonare
Niente dura, niente dura
E questo lo sai
Però
Non ti ci abitui mai
Chissà perchè?
Chissà perchè?
Chissà perchè?
Quando mi sento di dire la «verità»
Sono confuso
Non son sicuro
Quando mi viene in mente
Che non esiste niente
Solo del fumo
Niente di vero
Niente è vero, niente è vero
E forse lo sai
Però
Tu continuerai
Chissà perchè?
Chissà perchè?
Chissà perchè?
Quando mi viene in mente
Che non esiste niente
Solo del fumo
Niente di vero
Niente dura, niente dura
E questo lo sai
Però
Tu non ti arrenderai
Chissà perchè?
Chissà perchè?
Chissà perchè?
Chissà perchè?
Chissà perchè?
Chissà perchè?
Chissà perchè?
Chissà perchè?
Chissà perchè?
Quando mi viene in mente
Che non esiste niente
(Grazie a Francesco Crimaldi per questo testo)
Tradução da letra
Quando ando sobre isto
Malditas nuvens
Vejo coisas que escapam
Da minha mente
Nada dura, nada dura
E isto tu sabes
Entanto
Nunca te habituas.
Quando entro nisto
Vale das lágrimas
Vejo que tudo deve
Abandonar
Nada dura, nada dura
E isto tu sabes
Entanto
Nunca te habituas.
Quem sabe porquê?
Quem sabe porquê?
Quem sabe porquê?
Quando me ouço a dizer a verdade»
Estou confuso.
Não tenho a certeza.
Quando vem à mente
Que não há nada
Apenas fumo
Nada real.
Nada é verdade, nada é verdade
E talvez tu saibas
Entanto
Você vai continuar
Quem sabe porquê?
Quem sabe porquê?
Quem sabe porquê?
Quando vem à mente
Que não há nada
Apenas fumo
Nada real.
Nada dura, nada dura
E isto tu sabes
Entanto
Não vais desistir.
Quem sabe porquê?
Quem sabe porquê?
Quem sabe porquê?
Quem sabe porquê?
Quem sabe porquê?
Quem sabe porquê?
Quem sabe porquê?
Quem sabe porquê?
Quem sabe porquê?
Quando vem à mente
Que não há nada
(Agradecimentos a Francesco Crimaldi por este texto)