Vanesa Martín — Donde letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Donde" de Vanesa Martín.
Letra
Tengo las manos saladas
de bañarme en la playa
de bailarte desnuda,
cuando tú ya no estabas
al ritmo de la luna.
Te sentí…
En este mundo raro
lleno de contradicción
donde ya nadie hace nada por nada,
me quedo aquí pensando
cuál será la razón,
que no separa
paraba papa paraba papa parabapa…
Hay niños que se mueren por un trocito de pan,
hay gente que bate su vida en duelo.
Dime ahora mismo amigo dónde estás,
en tu sillón de cuero.
Dónde se bañan tus sueños.
Dónde perdiste tu ropa.
Dime qué sientes por dentro,
cuando otro cuerpo te toca.
Dónde se fue tu frescura.
Sabes hablar del pellizco
que se siente cuando alguien
deja de contar contigo…
deja de contar contigo…
Tengo las manos saladas
de bañarme en la playa
de bailarte desnuda,
cuando tú ya no estabas
al ritmo de la luna.
En este mundo lleno de verdad también,
donde a veces la inercia te levanta.
Donde hay susurros que te ven amanecer
comiéndote la cara, no no no no.
Prefiero que tus ojos hagan algo más que ver,
ay, mi vida tú jamás sientas la rabia.
Que por mucho que quieras
no llegara a entender
que es lo qué pasa,
paraba papa paraba papa parabapa…
Dónde se bañan tus sueños.
Dónde perdiste tu ropa.
Dime qué sientes por dentro,
cuando otro cuerpo te toca.
Dónde se fue tu frescura.
Sabes hablar del pellizco
que se siente cuando alguien
deja de contar contigo…
Dónde se bañan tus sueños.
Dónde perdiste tu ropa.
Dime qué sientes por dentro,
cuando otro cuerpo te toca.
Dónde se fue tu frescura.
Sabes hablar del pellizco
que se siente cuando alguien
deja de contar contigo…
deja de contar contigo…
Tengo las manos saladas
de bañarme en la playa
de bailarte desnuda,
cuando tú ya no estabas
al ritmo de la luna.
Te sentí…
(Gracias a Moisés por esta letra)
Tradução da letra
Tenho as mãos salgadas
de tomar banho na praia
dançar nua,
quando tu já não estavas
ao ritmo da lua.
Senti Te…
Neste mundo estranho
cheio de contradição
onde já ninguém faz nada por nada,
fico aqui a pensar
qual será a razão,
que não separa
parava papa parava papa parabapa…
Há crianças que morrem por um pedaço de pão,
há pessoas que batem sua vida em luto.
Diz me agora amigo Onde estás,
na tua poltrona de couro.
Onde seus sonhos se banham.
Onde perdeste as tuas roupas.
Diz me o que sentes por dentro,
quando outro corpo te toca.
Para onde foi a tua frescura.
Sabes falar sobre beliscar
que se sente quando alguém
pára de contar contigo…
pára de contar contigo…
Tenho as mãos salgadas
de tomar banho na praia
dançar nua,
quando tu já não estavas
ao ritmo da lua.
Neste mundo cheio de verdade também,
onde às vezes a inércia te levanta.
Onde há sussurros que te vêem nascer do sol
a comer a tua cara, Não Não Não Não.
Prefiro que os teus olhos façam mais do que ver,
Oh, minha vida você nunca sinta a raiva.
Por Mais que queiras
não vai entender
o que é que se passa,
parava papa parava papa parabapa…
Onde seus sonhos se banham.
Onde perdeste as tuas roupas.
Diz me o que sentes por dentro,
quando outro corpo te toca.
Para onde foi a tua frescura.
Sabes falar sobre beliscar
que se sente quando alguém
pára de contar contigo…
Onde seus sonhos se banham.
Onde perdeste as tuas roupas.
Diz me o que sentes por dentro,
quando outro corpo te toca.
Para onde foi a tua frescura.
Sabes falar sobre beliscar
que se sente quando alguém
pára de contar contigo…
pára de contar contigo…
Tenho as mãos salgadas
de tomar banho na praia
dançar nua,
quando tu já não estavas
ao ritmo da lua.
Senti Te…
(Graças a Moisés por esta carta)