Vallanzaska — Lettera letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Lettera" de Vallanzaska.
Letra
caricato a furia e botte, mi hanno messo dentro a un treno
con me c’era la mia famiglia, gli abitanti del quartiere
ci mancava l’aria,
fuori c’era già la neve
arrivati alla stazione, si vedeva il fumo nero
con la prima selezione siamo diventati zero
mio fratello piccolino, da lontano mi ha chiamato
prima l’hanno preso a pugni, poi un cane l’ha sbranato
Non ci credi, io lo vedo ma te lo racconterò
guarda un tatuaggio anch’io ce l’ho
Non ci credi, io lo so ma te lo racconterò
guarda un tatuaggio anch’io ce l’ho
Prima ci hanno denudato, deriso ed innaffiato
con i piedi nella neve si ghiacciavano le vene
Nella mia baracca che puzzava di morte
ho perso le mie forze nella camicia a righe
Poi il dottore con la faccia, con la faccia da dottore
ci ha messo su due file, in piedi per sei ore
Poi ha detto questo sì, poi ha detto questo no Mio padre mi ha guardato, mia madre salutato
Non ci credi, io lo vedo ma te lo racconterò
guarda un tatuaggio anch’io ce l’ho
Non ci credi, io lo so ma te lo racconterò
guarda un tatuaggio anch’io ce l’ho
Non ho più la mia famiglia, nessuno da abbracciare
voglio che mi ascolti, che tu stia lì a pensare
presto partirò, ritroverò i miei cari
ti lascio il mio messaggio, ripensaci domani
Non ci credi, io lo so ma te lo racconterò
Non ci credi, io lo so ma te lo racconterò
Non ci credi, io lo so ma te lo racconterò
(Grazie a Marco D’Abramo per questo testo)
Tradução da letra
carregado de fúria e batida, puseram - me num comboio
comigo estava a minha família, os habitantes do bairro
faltava-nos o ar,
já havia neve lá fora.
chegando à estação, você podia ver o fumo negro
com a primeira selecção tornámo-nos zero
o meu irmão mais novo, de longe, ligou-me.
primeiro deram-lhe um murro, depois um cão rasgou-o em pedaços.
Tu não acreditas, eu vejo, Mas eu digo-te.
olha para uma tatuagem que eu também fiz.
Não acreditas, eu sei, mas eu digo-te.
olha para uma tatuagem que eu também fiz.
Antes de sermos despidos, gozados e regados
com os pés na neve as veias congelaram
Na minha cabana que cheirava a morte
Perdi a força na camisa às riscas
Depois o médico com a cara, com a cara do médico
ele pôs - nos em duas filas, de pé durante seis horas.
Então ele disse que sim, então ele disse que não meu pai olhou para mim, minha mãe saudou
Tu não acreditas, eu vejo, Mas eu digo-te.
olha para uma tatuagem que eu também fiz.
Não acreditas, eu sei, mas eu digo-te.
olha para uma tatuagem que eu também fiz.
Já não tenho a minha família, ninguém para abraçar.
Quero que me ouças. Quero que fiques aí a pensar.
em breve irei embora, encontrarei os meus entes queridos.
Deixo-te a minha mensagem, pensa de novo amanhã.
Não acreditas, eu sei, mas eu digo-te.
Não acreditas, eu sei, mas eu digo-te.
Não acreditas, eu sei, mas eu digo-te.
(Agradecimentos a Marco d'Abramo por este texto)