Upon Beauty Rests — The Perfect Things in Poetry letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Perfect Things in Poetry" de Upon Beauty Rests.
Letra
We’re here, only to replace the air.
On nights where the city lights shine so beautifully.
It’s a mirror image of the stars in the sky.
Each are corresponding to one on the other side.
We aren’t the perfect things in poetry.
We love and breathe only to be remembered.
Grasping to the hope that someone will aspire to attain
what never came to be.
That someday someone will sing of our dreams.
And live to be what we couldn’t.
Lets close our eyes we can be forgotten
Run from the world tonight.
We can be forgotten, we can be forgotten now
We don’t need anyone. We can be forgotten now.
For the days we fear the air we breathe.
Swear to me that the only thing is now and forever.
We’re a mirror image of the stars in the sky.
All seem so bright. Some are loving, others mourning, in the night.
And we’ll run away…
Start this world all over.
We can be forgotten. Oh we can be forgotten now.
All we need are the memories of the days we feared the
air we breathe
Tradução da letra
Estamos aqui, só para substituir o ar.
Nas noites em que as luzes da cidade brilham tão bem.
É uma imagem espelhada das estrelas no céu.
Cada um corresponde a um do outro lado.
Não somos as coisas perfeitas na poesia.
Amamos e respiramos só para sermos lembrados.
Agarrando-se à esperança de que alguém aspire a alcançar
o que nunca aconteceu.
Que um dia alguém vai cantar dos nossos sonhos.
E viver para ser o que não conseguimos.
Vamos fechar os olhos podemos ser esquecidos
Foge do mundo esta noite.
Podemos ser esquecidos, podemos ser esquecidos agora
Não precisamos de ninguém. Podemos ser esquecidos agora.
Nos dias em que tememos o ar que respiramos.
Jura - me que a única coisa é agora e para sempre.
Somos uma imagem das estrelas no céu.
Tudo parece tão brilhante. Alguns são amorosos, outros de luto, à noite.
E fugiremos…
Começar este mundo de novo.
Podemos ser esquecidos. Podemos ser esquecidos agora.
Tudo o que precisamos são as memórias dos dias que temíamos
o ar que respiramos