Unleash The Archers — Four In Hand letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Four In Hand" de Unleash The Archers.
Letra
Sin and an aversion to right
Such things have become hallmarks to his existence
Character flaws don’t exist
This hallowed cult must desist
This prophesizes their death
The world will burn, and you will embrace it Evil rides in on Saracen sons, chore, tossing them in our midst
Demons, gifts from this giver of sin for ages of treachery
Feel them writhing into our skin, angels can’t hear us now
Lean on habits that used to kill, feels good when we are one
Luxuria Lust
Gula Gluttony
Avaritia Greed
Acedia Sloth
Ira Wrath
Invidia Envy
Superbia Pride
Saligia Sin
Driving horses from the stables, deep within the flames of netherworlds of purgatory
Four in hand he rides among us, he won’t stop as long as man is prone to hatred
Sorrows aside, he brings misery
From beneath the reins
Ascending, collecting, preparing for wielding pain
From beneath the reins
Stop, he is near, hold your heart in your hands
Feel the age old torture
Fly from the fear in your soul, how you know
He is right behind you
Look to the sky, dark will come, he will rise
See his chariot flaming
Sin will revive, stranglehold, drown in vice
Feel the pain of his pride
Still hearts don’t beat
Black death repeats
Feel his presence, one you can’t forget
Look to the horizon, see his silhouette
Tradução da letra
Pecado e aversão à direita
Tais coisas tornaram-se marcas da sua existência
Falhas de carácter não existem
Este culto sagrado deve desistir.
Isto profetiza a sua morte.
O mundo arderá, e tu vais abraçá - lo o mal aproxima-se dos filhos sarracenos, chorando, atirando-os para o meio de nós.
Demónios, presentes deste doador do pecado por eras de traição
Sente-os a contorcer-se na nossa pele, os anjos não nos podem ouvir agora.
Depende de hábitos que costumavam matar, sabe bem quando somos um
Luxúria Luxúria
Gula Gula
Avarícia Ganância
Preguiça Acédia
Ira Ira
Invidia Envy
Orgulho Da Superbia
Saligia Sin
A conduzir cavalos dos estábulos, nas profundezas das chamas do submundo do Purgatório.
Quatro na mão ele cavalga entre nós, ele não vai parar enquanto o homem for propenso ao ódio
Mágoas à parte, ele traz miséria
Sob as rédeas
Ascendendo, recolhendo, preparando-se para o exercício da dor
Sob as rédeas
Pára, ele está perto, segura o teu coração nas tuas mãos
Sentir a velha tortura
Voa do medo na tua alma, como sabes
Ele está mesmo atrás de TI.
Olha para o céu, a escuridão virá, Ele erguer-se-á.
Vê a sua carruagem a arder
O pecado ressuscitará, estrangulará, afogará-se no vício.
Sente a dor do seu orgulho
Corações tranquilos não batem
A peste negra repete-se
Sente a sua presença, uma que não podes esquecer
Olha para o horizonte, vê a silhueta dele