Unitopia — The Outsider letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "The Outsider" de Unitopia.

Letra

I have no idea of who I am, no recollection of my purpose
Just watching time go by. I have never seen another me
So alone, so empty, just waiting for what know not I.
I never thought to leave, didn’t know what would happen
Caught in another world, all alone, locked in this castle of dreams
An endless forest of lightless trees, cast shadows on the writings
That appear upon the darkness of these walls
The stale and acrid aromas of seclusion and decay
Permeate the spaces rooms and halls
I never thought to leave, didn’t know what would happen
Caught in another world, all alone, locked in this castle of dreams
I never thought to leave, didn’t know what would happen
Caught in another world, all alone, locked in this castle of dreams
Climbing, climbing — Slowly I reach for the light
Doorways, towering — Reaching incredible heights
My eyes playing tricks — Not used to the brightness
A world full of wonder — Not sure what I see is real
In the darkened shadows lay a lonely silhouette
a creature with protruding bones and sickly yellow flesh
I quickly turn away not understanding what I had seen
Try to make my way back home not knowing where I’d been
Images that mock me
Nothing’s what it seems
Creatures from the darkness
Haunted silent dreams
Images that mock me, listening to their vanished echoes
Nothing’s what it seems, alone and dazed I trembled at the thought
Creatures from the darkness, fetid apparition pressed so close
Haunted silent dreams, crushing recognition chills my soul
Climbing, climbing — Slowly I reach for the light
Doorways, Towering — Reaching incredible heights
My eyes playing tricks — Not used to the brightness
A world full of wonder — Not sure what I see is real

Tradução da letra

Não faço ideia de quem sou, não me lembro do meu propósito.
Só estou a ver o tempo passar. Nunca vi outro eu
Tão sozinha, tão vazia, à espera do que não conheço.
Nunca pensei ir embora, não sabia o que ia acontecer.
Apanhado noutro mundo, sozinho, trancado neste castelo dos sonhos
Uma floresta interminável de árvores sem luz, lançam sombras nos escritos
Que aparecem na escuridão destas paredes
Os aromas obsoletos e acridos de reclusão e decadência
Permear os espaços salas e salões
Nunca pensei ir embora, não sabia o que ia acontecer.
Apanhado noutro mundo, sozinho, trancado neste castelo dos sonhos
Nunca pensei ir embora, não sabia o que ia acontecer.
Apanhado noutro mundo, sozinho, trancado neste castelo dos sonhos
Escalando, escalando-lentamente eu alcanço a luz
Portais, altíssimas alturas
Os meus olhos a pregar partidas não estão habituados ao brilho
Um mundo cheio de maravilhas-não sei se o que vejo é real
Nas sombras escurecidas estava uma silhueta solitária
uma criatura com ossos salientes e carne amarelada.
Eu rapidamente me viro, não entendendo o que eu tinha visto
Tentar voltar para casa sem saber onde estive
Imagens que gozam comigo
Nada é o que parece
Criaturas da escuridão
Sonhos silenciosos assombrados
Imagens que zombam de mim, ouvindo seus ecos desaparecidos
Nada é o que parece, sozinho e atordoado eu tremia com o pensamento
Criaturas da escuridão, aparição fetida pressionada tão perto
Sonhos silenciosos assombrados, reconhecimento esmagador arrepia a minha alma
Escalando, escalando-lentamente eu alcanço a luz
Portais, altíssimas alturas
Os meus olhos a pregar partidas não estão habituados ao brilho
Um mundo cheio de maravilhas-não sei se o que vejo é real