Tweedy — Nobody Dies Anymore letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Nobody Dies Anymore" de Tweedy.
Letra
Sitting in a combed out room
Watching the world to end
I won’t say golden
Until you let me back in Nobody says goodbye
But everybody goes home
We end the day sober
To a depth we don’t own
I stand where I grew
Oh, I hated that too
When hell’s about to blow in I saddle up new
And it won’t be long
To find a broken back bone
Or another ocean
Are there any unknown
So I dance my shoe
Beneath the black balloon
Flip it at you for your trouble
So long, so soon
I’m going to Nobody dies anymore
But don’t you think it’s never over
Nobody dies anymore
No badge knock on a dark front door
Some things still change
But
Nobody dies
Nobody dies
Nobody dies
Don’t I look over my sister
Sister don’t you know me no more
She calls me once every summer
Before the leafs turn gold
When she was the daughter
Of a world without end
They told her I was stolen
She couldn’t comprehend
Poured out in the street
By the blood in the grass
Poured out at the feet
By the broken glass
Nobody dies anymore
No badge knock on a dark front door
Some things still change
But
Nobody dies
Nobody dies
Nobody dies
Love every song that I know
You ask me well how so Strange I can’t defend
I love how every song ends
Tradução da letra
Sentado numa sala penteada
Ver o mundo acabar
Não direi dourado
Até me deixares entrar ninguém diz adeus
Mas toda a gente vai para casa.
Acabamos o dia sóbrios
A uma profundidade que não possuímos
Estou onde cresci
Oh, eu também odiava isso.
Quando o inferno está prestes a explodir Eu sela-me Novo
E não vai demorar
Para encontrar um osso partido nas costas
Ou outro oceano
Existe algum desconhecido
Então eu danço o meu sapato
Sob o balão negro
Vira-o para ti por causa do teu problema.
Adeus, tão cedo
Não vou morrer mais ninguém.
Mas não achas que nunca acabou?
Já ninguém morre.
Nenhum distintivo bate na porta da frente escura
Algumas coisas ainda mudam.
Mas
Ninguém morre.
Ninguém morre.
Ninguém morre.
Não olho para a minha irmã
Irmã, já não me conheces?
Ela liga-me uma vez todos os verões.
Antes que as folhas se transformem em ouro
Quando ela era a filha
De um mundo sem fim
Disseram-lhe que fui roubado.
Ela não conseguia compreender.
Derramado na rua
Pelo sangue na relva
Derramado aos pés
Pelo vidro partido
Já ninguém morre.
Nenhum distintivo bate na porta da frente escura
Algumas coisas ainda mudam.
Mas
Ninguém morre.
Ninguém morre.
Ninguém morre.
Adoro todas as canções que conheço
Perguntas-me bem o quão estranho não posso defender
Adoro como todas as canções acabam