Têtes Raides — La P'tite Dernière letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La P'tite Dernière" de Têtes Raides.

Letra

En entrant dans la ruelle
L’amour qui se vend aux passants
Elle ne croit pas être cruelle
Quand elle te prie en passant
Les amants sont toujours des passants
Quand les chiens s’aiment toujours dans la rue
Allons voir si les filles du port
Sont toujours aussi dévêtues
La porte qui se referme
Et nous voilà tous les deux
Se croyant être fidèles
La mort n’est pas loin de nous deux
Les amants sont toujours des passants
Quand les chiens s’aiment toujours dans la rue
Allons voir si les filles du port
Sont toujours aussi dévêtues
De ma fenêtre y a le pays
A se devoir toujours trahi
Au stand du tir et de la chance
A ceux qui n’en eurent jamais
On reviendra pas vous voir
De ma fenêtre il pleut un peu
Enfermés dans nos armoires
On n’est plus là pour s’aimer
En sortant de la ruelle
L’amour qui n’a plus de raison
Toutes les fleurs du côté des poubelles
Se sont fait une raison
Mais les fleurs ont mille fois raison
Quand l’béton pousse toujours dans la rue
Allons voir si les enfants du nord
Ont la peau comme il est prévu
Ca m'étonne plus vraiment
De mourir à vingt ans
Quand ta peau est si belle
Et puis qu’on a le temps
Ca m'étonne plus vraiment
De mourir à vingt ans
Mais ça m'étonne vraiment
D’avoir passé mes vingt ans

Tradução da letra

A entrar no beco
Amor que vende aos transeuntes
Ela não acha que é cruel.
Quando ela te implora de passagem
Os amantes são sempre transeuntes
Quando os cães sempre se amam na rua
Vamos ver se as raparigas do Porto
Estão sempre tão despidos
A porta que se fecha
E aqui estamos nós os dois.
Acreditando que são fiéis
A morte não está longe de nós os dois.
Os amantes são sempre transeuntes
Quando os cães sempre se amam na rua
Vamos ver se as raparigas do Porto
Estão sempre tão despidos
Da minha janela está o país
Ser sempre traído
No banco dos tiros e da sorte
Para aqueles que nunca tiveram
Não voltaremos a ver-nos.
Da minha janela chove um pouco
Trancados nos nossos armários
Já não estamos aqui para nos amarmos.
A sair do Beco
Amor que já não está certo
Todas as flores ao lado dos caixotes
Fizeram uma razão
Mas as flores têm mil vezes razão.
Quando o cimento cresce sempre na rua
Vamos ver se as crianças do Norte
Ter a pele como se pretende
Espanta-me mais.
Morrer aos vinte anos
Quando a tua pele é tão bonita
E depois temos tempo.
Espanta-me mais.
Morrer aos vinte anos
Mas realmente me surpreende
Ter passado os meus vinte anos