Têtes Raides — La Biffe letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Biffe" de Têtes Raides.

Letra

Un interrupteur
Un fer en vapeur
Une mousse en carton
Et c’est le Rubicon
Une fleur à tes yeux
Un sourire en l’air
Mon amour délétère
Du ciel gris pour les vieux
Et un trottoir en bois
Posé sur le dorsal
Fallait qu’on y soit
Et même si ça fait mal
Et le rire en aval
Tiré en aval
Une pierre à la tête
Une ville apeurée
Un gars qui savait pas
Que les eaux sont en partance
Un fusil à plomb
Une chanson dans les cours
Puisque rien est tout bas
Jouer au roi d’la nouba
Et un rideau en fer
Et des pleurs en papier
Du faux et du semblant
Et tout ça c’est ma nature
Vous voulez du mistral
Et des pierres en métal
Ça ne sera jamais trop
De brûler des saisons
Les écluses et le temps
Et l'épicier du coin
Où vient s’achalander
Les gens de mon quartier
Alors je fis faillite
Je n’vendais que du papier
Un interrupteur
Un fer en vapeur
Une mousse en carton
Et c’est le Rubicon
Une fleur à tes yeux
Un trottoir en bois
Une ville apeurée
Puisque rien est tout bas
Et le clocher qui fait l’heure
Une rive en déserté
Le corps que je passais
Je suis le ferrailleur

Tradução da letra

Alternar
Um ferro a vapor
Uma espuma de cartão
E este é o Rubicon.
Uma flor nos teus olhos
Um sorriso no ar
Meu amor deletério
Do céu cinzento para o velho
E um passeio de madeira
Colocado na parte dorsal
Tínhamos de estar lá.
E mesmo que doa
E risos rio abaixo
Puxado a jusante
Uma pedra na cabeça
Uma cidade assustada
Um tipo que não sabia
Que as águas estão a sair
Uma espingarda de chumbo
Uma canção nas aulas
Desde que nada é tão baixo
Faça de Rei do nouba
E uma cortina de ferro
E o papel a chorar
Falso e falso
E tudo isto é a minha natureza
Você quer mistral
E pedras de metal
Nunca será demais.
Das estações em chamas
Fechaduras e tempo
E o merceeiro local
De onde vem s'cachalander?
As pessoas do meu bairro
Então fui à falência.
Só vendi papel.
Alternar
Um ferro a vapor
Uma espuma de cartão
E este é o Rubicon.
Uma flor nos teus olhos
Uma calçada de madeira
Uma cidade assustada
Desde que nada é tão baixo
E a Torre do sino que faz o tempo
Uma costa deserta
O corpo que passei
Sou o homem da sucata.