Trial By Fire — Friendly Fire letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Friendly Fire" de Trial By Fire.
Letra
March in place, so what’s the purpose?
Living labels, living lies
Walking billboards, no one’s rebels true disservice, true decline social
circles, separate failures common threads are giving way falling into vicious
cycles.
Worthless patterns we were meant to break, instead, we sap the soul out of the
sound a chorus of boredom remains EMPTY! Comforts callous built this cage
numbed by the blueprints decay
in this dead religion, are we our own thought police?
Building our own guillotines, causalities of civil wars we have waged in this
womb have we had to much room to breath. Delusions so myopic proudly sewn onto
our sleeves until we save our purpose from the jaws of history we’ll never
rediscover why we sing, why we dance, and why we scream.
To revive our lives, organize, salvage power from the ties that bind our
shallow existence to struggles we’ve left behind to reemerge redefined.
Fuck the Structure, glasshouse shatters molds remain standards we’ve lived to
defeat, creeping in becoming repeating refrains in this womb, until we decide,
we’re all fighting on the same side.
Tradução da letra
Marchar no lugar, então qual é o propósito?
Rótulos vivos, mentiras vivas
Cartazes ambulantes, nenhum rebelde é um verdadeiro desserviço, um verdadeiro declínio social
círculos, falhas separadas os fios comuns estão a dar lugar a cair em viciosos
ciclo.
Padrões inúteis que fomos feitos para quebrar, em vez disso, nós tirar a alma do
um coro de tédio continua vazio! Confortos calosos construíram esta jaula
entorpecido pelas plantas decaem
nesta religião morta, somos a nossa própria polícia do pensamento?
Construir as nossas próprias guilhotinas, as causas das guerras civis que travámos nesta
já tivemos muito espaço para respirar. Delírios tão míopes, orgulhosamente costurados
as nossas mangas até salvarmos o nosso propósito das mandíbulas da história nunca
redescobrir por que cantamos, por que dançamos, e por que gritamos.
Para reviver as nossas vidas, organizar, salvar o poder dos laços que nos unem
existência superficial a lutas que deixámos para trás para redefinir.
Que se lixe a estrutura, os moldes das estufas continuam a ser os padrões para os quais vivemos.
derrota, rastejando em tornar-se refrains repetidos neste útero, até que decidamos,
estamos todos a lutar do mesmo lado.