Torreblanca — Defensa letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Defensa" de Torreblanca.
Letra
No tengo nada que decir en mi defensa
No tengo nada de comida en mi despensa
No te sorprendas si me voy volviendo un poco extraño
Jamás pensé que perdería la paciencia
Actuando como un niño consentido, piso el acelerador
Miro el reloj, no tiene tiempo palabra que hoy
No tengo nada que decir en mi defensa
Por las promesas que se olvidan por extensas
Por las sonrisas aburridas faltas de imaginación
Jamás pensé que perdería la cabeza
Quisiera confesarme y la inocencia salvaría la razón
Pero no soy pero no puedo pero no soy
Lo siento guardare silencio
No quiero que me veas mintiendo
Y temo que si no me detengo
Revelaré que muero de miedo
No tengo nada que decir en mi defensa
Jamás pensé que me daría mas vergüenza
Alzar la voz para pedirte que me escuches, que fingí
Mas puede ser que hablar derive en la proeza
De verme sepultado bajo las columnas rotas, sin razón
Verme llorar, agua hasta el cuello voy a explotar
Lo siento guardare silencio
No quiero que me veas mintiendo
Y temo que si no me detengo
Revelaré que muero de miedo
No tengo nada que decir en mi defensa
Tradução da letra
Não tenho nada a dizer em minha defesa
Não tenho comida na minha despensa
Não se surpreenda se eu estiver ficando um pouco estranho
Nunca pensei que perdesse a paciência
Agindo como uma criança mimada, andar o acelerador
Eu olho para o relógio, não tem tempo palavra que hoje
Não tenho nada a dizer em minha defesa
Pelas promessas que se esquecem por extensas
Pelos sorrisos chatos faltas de imaginação
Nunca pensei que perdesse a cabeça
Gostaria de me confessar e a inocência salvaria a razão
Mas não sou mas não posso mas não sou
Desculpa vou ficar em silêncio
Não quero que me vejas a mentir
E temo que se eu não parar
Vou revelar que morro de medo
Não tenho nada a dizer em minha defesa
Nunca pensei que me sentiria mais envergonhada
Erguer a voz para pedir-te que me ouças, que fingi
Mas pode ser que falar resulte na proeza
De me ver enterrado sob as colunas quebradas, sem razão
Ver-me chorar, água até ao pescoço vou explodir
Desculpa vou ficar em silêncio
Não quero que me vejas a mentir
E temo que se eu não parar
Vou revelar que morro de medo
Não tenho nada a dizer em minha defesa