Tiziano Ferro — El miedo que... letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "El miedo que..." de Tiziano Ferro.

Letra

Mentiras a mis ojos
Fallaras si me tocas
No se puede olvidarla
Una mentira que habla
Y que palabras no tiene
Pero dir lo que quiere
Cada quien tiene sus limites
Los tuyos los entend bien
Y habiendo ya entendido
Me sirvo de beber
De noche cuando el cielo brilla
Pero no hay luna ni una estrella
Recordar el miedo que
Que mojaba mis ojos
Pero olvidarte
Ya era imposible, ya no Recordaras el miedo que
He esperado probaras
Probndolo yo Que todo veloz naciera
Y veloz terminara
La lacerante distancia
Entre confianza e ilusin
Es una puerta abierta
Y una que no se cierra
Y que palabras no tiene
Pero dir lo que quiere
Hay diferencia entre amor
Y toda su dependencia
Te llamo si puedo u U me mata tu ausencia
Por este amor estoy sufriendo
Que mas lo vivo menos aprendo
Recordar el miedo que
Que mojaba mis ojos
Pero olvidarte
Ya era imposible, ya no Recordaras el miedo que
He esperado probaras
Probndolo yo Que todo veloz naciera
Y veloz terminara
Se quedar as Decrtelo ahora
De toda manera
Pero luego nada cambiar
Se quedar as Hablarte otra vez
Pero todava
Yo olvidando te amar
Por cada abrazo un regalo
aunque si luego estar solo
nunca pensando
nunca queriendo
sabiendo que nunca cambiar
se quedar as Mentiras a mis ojos
Fallaras si me tocas

Tradução da letra

Mentiras aos meus olhos
Falharás se me tocares
Não se pode esquecê la
Uma mentira que fala
E que palavras não tem
Mas dir o que você quer
Cada um tem os seus limites
Os teus entendem bem
E tendo já entendido
Sirvo-me de beber
À noite quando o céu brilha
Mas não há lua nem estrela
Lembre-se do medo que
Que molhava os meus olhos
Mas esquecer
Já era impossível, já não te lembrarás do medo que
Esperei que provasses
Provando-o eu que todo veloz nascesse
E depressa terminará
A distância lacerante
Entre confiança e ilusão
É uma porta aberta
E uma que não se fecha
E que palavras não tem
Mas dir o que você quer
Há diferença entre amor
E toda a sua dependência
Ligo te se puder a tua ausência mata me
Por esse amor Estou sofrendo
Que mais vivo menos aprendo
Lembre-se do medo que
Que molhava os meus olhos
Mas esquecer
Já era impossível, já não te lembrarás do medo que
Esperei que provasses
Provando-o eu que todo veloz nascesse
E depressa terminará
Fica assim Decrarte agora
De qualquer maneira
Mas então nada mudar
Vai ficar e falar contigo outra vez
Mas ainda
Eu esquecendo te amar
Para cada abraço um presente
embora se então ficar sozinho
nunca pensando
nunca querendo
sabendo que nunca mudar
ele fica com as Mentiras aos meus olhos
Falharás se me tocares