Tito El Bambino — Conmigo No Pueden letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Conmigo No Pueden" de Tito El Bambino.

Letra

Tirame la pista pa’matarla
Tu sabes que el Bambino siempre rompe esto
Yo no soy calle, pero me mantengo firme
Y con los míos por ahí siempre ando humilde
Y aunque me tiren la mala na na na na na Conmigo no pueden na na na na na De nadie me dejo na na na na na Somos la sociedad del dinero
Y aunque me tiren la mala na na na na na Conmigo no pueden na na na na na De nadie me dejo na na na na na Somos la sociedad del dinero
El Patron
Los tengo molestos, tiran y no contesto
Goyo, dile a to' esta gente quien comanda esto
Piensan en tirarme a estas alturas es lo correcto
Controlo la calle, desde que era Tito y Hector
El Bambino volvió, la calle lo pidió
Esto no fue regalado, es una bendición de Dios
Por eso estamos alante, tiran productores y cantantes
Y no pueden con el pequeño gigante
Y ellos dicen
Que no ronque, que no soy maleante
Por que tienen miedo a que los pise
Por más que me pidan que me aguante
No le quito de la cara el guante
Dicen
Que no ronque, que no soy maleante
Por que tienen miedo a que los pise
Por más que me pidan que me aguante
No le quito de la cara el guante
Y aunque me tiren la mala na na na na na Conmigo no pueden na na na na na De nadie me dejo na na na na na Somos la sociedad del dinero
Y aunque me tiren la mala na na na na na Conmigo no pueden na na na na na De nadie me dejo na na na na na Somos la sociedad del dinero
Ando con el escuadrón, de dinero traigo un dron
Quiten a Benjamín de los billetes y pongan al patrón
Después que yo meta el pie, no voy a quitar el chambon
Lo mio son los negocios yo no brego con lambones
Dicen
Que no ronque, que no soy maleante
Por que tienen miedo a que los pise
Por más que me pidan que me aguante
No le quito de la cara el guante
Dicen
Que no ronque, que no soy maleante
Por que tienen miedo a que los pise
Por más que me pidan que me aguante
No le quito de la cara el guante
El Patron
Y aunque me tiren la mala na na na na na Conmigo no pueden na na na na na De nadie me dejo na na na na na Somos la sociedad del dinero
Y aunque me tiren la mala na na na na na Conmigo no pueden na na na na na De nadie me dejo na na na na na Somos la sociedad del dinero
Hey, hoy día me rió
De los que andan con gallinas
Y pretenden ser águilas
Tu les hablas de la luna
Y se creen astronautas
El 13 de marzo rompemos
El coliseo de Puerto Rico

Tradução da letra

Atira-me a pista para a matar
Sabes que o Bambino quebra sempre isto
Eu não sou rua, mas mantenho-me firme
E com os meus por aí ando sempre humilde
E embora eu jogue fora o mau na na na Na Na comigo Não Pode na na na Na na De Ninguém me deixe na na na na Na Nós Somos a sociedade do dinheiro
E embora eu jogue fora o mau na na na Na Na comigo Não Pode na na na Na na De Ninguém me deixe na na na na Na Nós Somos a sociedade do dinheiro
O Padrão
Eu os aborreço, eles jogam fora e eu não respondo
Goyo, diz a esta gente que comanda isto
Pensam em atirar me a esta altura é a coisa certa a fazer
Eu Controlo a rua desde que era o Tito e o Hector
O Bambino voltou, a rua pediu
Isso não foi dado, é uma bênção de Deus
É por isso que estamos alante, eles jogam produtores e cantores
E eles não podem com o pequeno gigante
E eles dizem
Que não ronque, que não sou malandro
Porque têm medo que eu os pise
Por Mais que me peçam que me aguente
Não lhe tiro a luva da cara
Eles dizem
Que não ronque, que não sou malandro
Porque têm medo que eu os pise
Por Mais que me peçam que me aguente
Não lhe tiro a luva da cara
E embora eu jogue fora o mau na na na Na Na comigo Não Pode na na na Na na De Ninguém me deixe na na na na Na Nós Somos a sociedade do dinheiro
E embora eu jogue fora o mau na na na Na Na comigo Não Pode na na na Na na De Ninguém me deixe na na na na Na Nós Somos a sociedade do dinheiro
Ando com o esquadrão, de dinheiro trago um drone
Tirem o Benjamin das notas e ponham o patrão
Depois de eu meter o pé, não vou tirar o chambon
O meu negócio é Eu não brego com lambones
Eles dizem
Que não ronque, que não sou malandro
Porque têm medo que eu os pise
Por Mais que me peçam que me aguente
Não lhe tiro a luva da cara
Eles dizem
Que não ronque, que não sou malandro
Porque têm medo que eu os pise
Por Mais que me peçam que me aguente
Não lhe tiro a luva da cara
O Padrão
E embora eu jogue fora o mau na na na Na Na comigo Não Pode na na na Na na De Ninguém me deixe na na na na Na Nós Somos a sociedade do dinheiro
E embora eu jogue fora o mau na na na Na Na comigo Não Pode na na na Na na De Ninguém me deixe na na na na Na Nós Somos a sociedade do dinheiro
Hoje Riu-me
Dos que andam com galinhas
E fingem ser águias
Tu falas lhes da lua
E eles pensam que são astronautas
Em 13 de março rompemos
O Coliseu de Porto Rico