Throne of Chaos — Opus Void letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Opus Void" de Throne of Chaos.

Letra

Sacred realm, I see this earthborn symphony
How can I dwell not far as flames still veil my heart
From thee…
Set the world on fire
Burn it bright with dark desire
Wield your hatred where my soul lies dead
Opaque my eyes as the dimmest light
Awaiting them to shine so bright
With the hate that once was hidden in my head
Raise me from this god forsaken emptiness
Release the wrath of centuries
In this portrait I am reborn
Again
Beneath these cobwebbed trees
All dancing lights has ceased
Wield your rapture where my soul lies dead
Caught in death’s embrace…
Is this the sign of a permanent hell
A timeless prison cell
Where sharpened claws taste the essence of mine
Where I fall under burden of time
Linear streams go raging by Leaving me alone to die
How can I expand my mind
When the dead caress my kind
Unleash the strenght of centuries
Call my holy name
Whence this flame towards thee came
So, set the world on fire
Burn it bright with dark desire
Wield your anger where my sword lies sharp
Raise me from this god forsaken earthborn pride
Release the wrath of centuries
In this portrait I am reborn, again…
As autumn left its last rain drops
The snow fell back on the mountain tops
I went forth to ease my pain
Storming blood inside these veins

Tradução da letra

Reino sagrado, vejo esta sinfonia da terra
Como posso eu não viver tão longe como as chamas ainda cobrem o meu coração
De TI…
Incendiar o mundo
Queimá-lo brilhante com desejo escuro
Maneja o teu ódio onde a minha alma está morta
Opaco os meus olhos como a luz mais fraca
À espera que brilhem tanto
Com o ódio que uma vez foi escondido na minha cabeça
Levanta-me deste vazio abandonado por Deus
Liberta a ira dos séculos
Neste retrato eu renasci
Outra vez
Sob estas árvores com teias de aranha
Todas as luzes dançantes cessaram
Maneja o teu arrebatamento onde a minha alma está morta
Apanhado no abraço da morte…
É este o sinal de um inferno permanente?
Uma cela de prisão intemporal
Onde garras afiadas saboreiam a essência da minha
Onde Caio sob o peso do tempo
As correntes lineares ficam furiosas deixando-me sozinha para morrer.
Como posso expandir a minha mente
Quando os mortos acariciam a minha espécie
Libertar a força dos séculos
Chama o meu nome sagrado.
De onde veio esta chama para ti
Então, incendiar o mundo
Queimá-lo brilhante com desejo escuro
Maneja a tua raiva onde a minha espada está afiada
Levanta-me deste maldito orgulho da terra
Liberta a ira dos séculos
Neste retrato eu renasci, novamente…
À medida que o outono deixa as suas últimas gotas de chuva
A neve caiu de volta nos cumes das montanhas
Saí para aliviar a minha dor
Sangue a entrar nestas veias