Thomas Fersen — Un temps de chien letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Un temps de chien" de Thomas Fersen.

Letra

Quand mon pre
Me sort pour prendre l’air
Nous allons boire une bire au Wepler.
Je salue des amis
Demande un demi…
Et trs vite il oublie son alibi, moi.
Ma place
Je finis ma glace
Je commence compter les bus
Je tire quelques bouffes
Sur ma cigarette russe.
Il m’est interdit de fumer plus.
Les gens, la hte
Se cherchent un abri
Car le temps se gte
Comme un fruit.
Un clodo
Demande un verre d’eau.
Il attend son petit cadeau…
Mais comme on lui refuse
Quand il tend son chapeau
De sa bouche fusent
Quelques nom d’oiseaux.
A fait ($@%!)
Une fille vient s’asseoir
Pousse par la rue
Tombe du trottoir
Assez nue.
Celle-l meme
Que je vois tous les jours
Dos au mur
Rue Caulaincourt…
Les jambes et les doigts
Dans un rseau de soie
Elle attend les clients sur la voie.
Quelqu’un siffle
Un autre la renifle.
Je me this: «Quel temps de chien!»
Le nez dans le journal
Je choisis mon cheval
Car le client, quelquefois, ce fut moi.
Les annes s’en vont
Au son du clairon
Au rythme des tours
De la porte tambour.
Quand mon pre
Me sort pour prendre l’air
Nous allons boire une bire au Wepler.

Tradução da letra

Quando o meu
A sair para apanhar ar
Vamos beber um copo no Wepler.
Eu saúdo os amigos
Pedir metade…
E em breve ele esquece-se do álibi, eu.
Meu amor
Estou a acabar o meu gelado.
Começo a contar autocarros.
Vou dar umas passas.
No meu cigarro russo.
Já não posso fumar.
Pessoas, hte
À procura de abrigo
Porque o tempo está a chegar
Como uma fruta.
Vagabundo
Pede um copo de água.
Ele está à espera do seu pequeno presente.…
Mas como é recusado
Quando ele estende o chapéu
Da boca dele derreter
Alguns nomes de pássaros.
Did ( $ @%!)
Uma rapariga vem sentar-se
Crescer na rua
Túmulo do passeio
Muito nu.
O mesmo.
Que vejo todos os dias
De volta à parede
Rue Caulaincourt…
Pernas e dedos
Numa rede de seda
Está à espera de clientes a caminho.
Alguém assobia
Outro fareja-o.
Je me this: "what a dog time!»
O nariz no jornal
Eu escolho o meu cavalo
Porque o cliente, às vezes, era eu.
Os anos se foram
Ao som do bug
Ao ritmo das voltas
Da porta do tambor.
Quando o meu
A sair para apanhar ar
Vamos beber um copo no Wepler.