The Porridgeface — The Provenance of a Dead Man letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Provenance of a Dead Man" de The Porridgeface.
Letra
No evocation of beauty
There’s no need for poetry
The reaper had cursed the crib
Where a child once lay to sleep
Been condemned since creation
No emancipation
From tethers and chains
Sorrow spreads from head to toe
Wreaking havoc on this throne
Flooding the empty shell of his
With permanent self-demise
No longer a living being
He’s somewhere in-between
Decay and destruction
This is the provenance of a dead man
His fate be damned
His book was dipped in blood
Before he took his first breath
Tormented in this purgatory
An endless chasm of pain
His silent screams remain unheard
Echoing his nightmare song
When heaven and hell collide
Infliction by the scythe
Of his oppressor
Befriend an army of grim souls
His now a soldier of death
A deity of dark and light
Who reaps the living when dead
(Been condemned since creation,
No emancipation)
(No longer a living being
He’s somewhere in-between)
Open the gate of perdition
That accepts him into gloom
A perished desire to live
When the coffin is his home
With life he longed for freedom
Waiting for an Eden
Never to be seen
(Repeat Chorus x2)
Tradução da letra
Nenhuma evocação de beleza
Não há necessidade de poesia
O ceifeiro amaldiçoou o berço.
Onde uma criança uma vez deita-se para dormir
Condenado desde a criação
Sem emancipação
De amarras e correntes
A dor espalha-se da cabeça aos pés
A devastação deste trono
Inundando a sua concha vazia
Com auto-morte permanente
Já não é um ser vivo
Ele está algures no meio.
Decadência e destruição
Esta é a proveniência de um homem morto.
Maldito seja o seu destino.
O livro dele foi mergulhado em sangue.
Antes de respirar pela primeira vez
Atormentado neste purgatório
Um abismo interminável de dor
Seus gritos silenciosos permanecem inauditos
Ecoando sua canção de pesadelo
Quando o céu e o inferno colidem
Imposição pela foice
Do seu opressor
Ser amigo de um exército de almas sombrias
Seu agora um soldado da morte
Uma divindade de escuridão e luz
Que arrasa os vivos quando estão mortos
(Foi condenado desde a criação,
Sem emancipação)
(Não mais um ser vivo
Ele está algures no meio.)
Abram a porta da Perdição
Que o Aceita na escuridão
Um desejo perecido de viver
Quando o caixão é a sua casa
Com a vida ele ansiava pela liberdade
À espera de um Éden
Nunca ser visto
(Repeat Chorus x2)