The Kingston Trio — Coal Tatoo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Coal Tatoo" de The Kingston Trio.

Letra

Travelin' down that coal town road
Listen to my rubber tires whine;
Goodbye to buckeye and white sycamore
I’m leavin' you behind
Oh I’ve been a coal man all my life
Layin' down tracks in the hole
Got a back like an ironwood
Bent by the wind
Blood veins blue as the coal
Blood veins blue as the coal
Somebody said «That's a strange tattoo
You have on the side of your head.»
I said «That's a blue print, left by the coal
Just a little more and I’d be dead»
And I love the rumble and I love the dark
I love the cool of the slate
But it’s on down the new road lookin' for a job
It’s the travelin' and lookin' I hate
I’ve stood for the union, walkin' the line
Fought against the company;
Stood for the U. M. W. of A
Now who’s gonna stand for me?
I got no house and I got no pay
Just got a worried soul;
And this blue tattoo on the side of my head
Left by the number nine coal
Someday when I’m dead and gone
To Heaven, the land of my dreams
I won’t have to worry on losin' my job
To bad times 'n big machines
I ain’t gonna pay my money away
For pensions and hospital plans
I’m gonna pick coal where the blue heavens roll
And sing with the angel bands

Tradução da letra

Viajando pela estrada de coal town
Ouve os meus pneus a choramingar;
Adeus buckeye e white sycamore
Vou deixar-te para trás.
Tenho sido um homem de carvão toda a minha vida.
# Deitando rastos no buraco #
Tem costas como uma madeira de ferro
Dobrado pelo vento
Veias do sangue azuis como o carvão
Veias do sangue azuis como o carvão
Alguém disse: "é uma tatuagem estranha.
Tens um lado da cabeça.»
Eu disse: "é uma Impressão azul, deixada pelo carvão.
Só mais um pouco e eu estaria morto.»
E eu amo o rumble e eu amo o escuro
Eu amo o fresco da ardósia
Mas é no novo caminho à procura de emprego
É a viagem e o olhar que odeio
Eu defendi o sindicato, caminhando pela linha
Lutou contra a companhia;
Significa "U. M. W. de A".
Agora, quem vai defender-me?
Não tenho Casa e não tenho salário.
Só tenho uma alma preocupada.;
E esta tatuagem azul no lado da minha cabeça
Deixado pelo carvão número nove
Um dia, quando eu morrer e partir
Para o céu, a terra dos meus sonhos
Não terei de me preocupar em perder o meu emprego.
Aos maus tempos em máquinas grandes
Não vou pagar o meu dinheiro
Para pensões e planos hospitalares
Vou apanhar carvão onde o céu azul rolar
E cantar com as bandas de anjos