The Judybats — Lullaby ~ Weren't We Wild letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Lullaby ~ Weren't We Wild" de The Judybats.
Letra
Your crooked smile
Your paisley kiss
Your golden voice
Your artifice
Weren’t we wild or maybe it was just
That I was wild for you
Weren’t we wild or maybe it was just
That I was wild for you
Molecules
Beneath the gun
You could turn out to be
A monster by age 21
Weren’t we wild or maybe it was just
That I was wild for you
No one knows where the innocence it goes
Our futures are so few
Blossoms black
And breaking glass
I close my eyes
I see you pass
Weren’t we wild or maybe it was just
That I was wild for you
Weren’t we wild or maybe it was just
That I was wild for you
The calendars
Of consequence
The biosphere
The big immense
Weren’t we wild or maybe it was just
That I was wild for you
No one knows where the innocence it goes
Our futures are so few
Better than a month of Sundays baby
Sunnier than Mondays come
I needed someone on the weekends
Said «I need someone I want someone.»
In your house of plastic flowers
You were living out there on Mall Road
We’d watch the television
Listen to rock opera on the radio
You were almost human
Almost sane, you, almost human
You wreck my brain
You wreck my brain
I was drinking too much then
Said, «A vacation, that is what I need.»
You said, «There are no vacations for the haunted
C’mon babe, let’s breed.»
And in your house of plastic flowers
We were losing out there on Mall Road
We’d watch your television
Listen to rock opera on the radio
You were almost human
Almost sane, you, almost human
You wreck my brain
You wreck my brain
Your crooked smile
Your paisley kiss
Your golden voice
Tradução da letra
O teu sorriso torto
O teu beijo de paisley
A tua voz dourada
O teu artifício
Não éramos selvagens ou talvez fosse apenas ...
Que eu era Selvagem por ti
Não éramos selvagens ou talvez fosse apenas ...
Que eu era Selvagem por ti
Molecula
Por baixo da arma
Podes vir a ser
Um monstro aos 21 anos
Não éramos selvagens ou talvez fosse apenas ...
Que eu era Selvagem por ti
Ninguém sabe para onde vai a inocência
Os nossos futuros são tão poucos
Flores negras
E a partir vidro
Fecho os olhos
Vejo-te passar
Não éramos selvagens ou talvez fosse apenas ...
Que eu era Selvagem por ti
Não éramos selvagens ou talvez fosse apenas ...
Que eu era Selvagem por ti
Calendario
Consequência
Biosfera
O grande imenso
Não éramos selvagens ou talvez fosse apenas ...
Que eu era Selvagem por ti
Ninguém sabe para onde vai a inocência
Os nossos futuros são tão poucos
Melhor que um mês de domingo, baby
Mais do que as segundas-feiras.
Precisava de alguém aos fins-de-semana.
Disse: "Preciso de alguém que queira.»
Na tua casa de flores de plástico
Estavas a viver lá fora em Mall Road.
Víamos a televisão.
Ouve a ópera rock na rádio
Eras quase humano.
Quase São, tu, quase humano.
Dás cabo do meu cérebro.
Dás cabo do meu cérebro.
Eu estava a beber demais.
Disse: "férias, é disso que preciso.»
Disseste: "não há férias para os assombrados.
Anda, querida, vamos procriar.»
E na tua casa de flores de plástico
Estávamos a perder no Shopping Road.
Víamos a tua televisão.
Ouve a ópera rock na rádio
Eras quase humano.
Quase São, tu, quase humano.
Dás cabo do meu cérebro.
Dás cabo do meu cérebro.
O teu sorriso torto
O teu beijo de paisley
A tua voz dourada