The Human Abstract — Self Portraits Of The Instincts letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Self Portraits Of The Instincts" de The Human Abstract.

Letra

Welcome home, an interrupted kitchen fight
cut the ties. You lay your blame in a god’s name.
Casualties must be defined now,
before I trust you for a cure,
because I’m not so sure.
You’re not sorry.
You’re not sorry.
By burden of blood we saw reflections of who we are,
As the knowledge that burns in our hearts takes charge.
Blessings made at a house in the distance.
An unworthy authority looking to find a worthy culprit.
Accounting lost, stranded hindsight, words were not enough.
Repeat the cycle with devils in your veins.
More than simply shaken, a line divides.
Blood ties are forsaken, grudges still are found in kindred we are bound.
So deep in our blood, ages come, ages go, never freed.
Never.
That’s what you told me.
Time and again we have them down on their knees.
Beg for mercy, beg, time and again, how many times will I be called to feel
this rage?
How many times will I be taken to that place?
No peace of mind until the seas run dry.
Forced to inflict these scars, reflections of who we are.
A legacy carried on too long.

Tradução da letra

Bem-vindo a casa, uma briga de cozinha interrompida
corta as amarras. Colocas a tua culpa em nome de Deus.
As baixas têm de ser definidas agora.,
antes de confiar em TI para uma cura,
porque não tenho tanta certeza.
Não estás arrependido.
Não estás arrependido.
Pelo fardo do sangue vimos reflexos de quem somos,
À medida que o conhecimento que arde nos nossos corações se apodera.
Bênçãos feitas numa casa à distância.
Uma autoridade indigna à procura de um culpado digno.
Contabilidade perdida, retrospectiva encalhada, as palavras não eram suficientes.
Repete o ciclo com demónios nas veias.
Mais do que simplesmente abalada, uma linha divide-se.
Os laços de sangue são abandonados, os rancores ainda são encontrados em parentes que estamos ligados.
Tão profundamente no nosso sangue, que as idades vêm, as idades vão, nunca libertadas.
Nunca.
Foi o que me disseste.
Uma e outra vez temo-los de joelhos.
Implora por misericórdia, implora, vezes sem conta, quantas vezes serei chamado a sentir
esta raiva?
Quantas vezes vou ser levado para aquele lugar?
Não há paz de espírito até os mares secarem.
Forçado a infligir estas cicatrizes, reflexos de quem somos.
Um legado continuou por muito tempo.