The Hidden Cameras — Lollipop letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Lollipop" de The Hidden Cameras.
Letra
In the name of callous talk:
This unborn age has reached its botch
Lollipop, Lollipop
Mouth of salivatng froth, thy stomach does as stomach
wants, contagious every single suck, the flavour takes
it, takes its time
Lollipop, Lollipop
Can’t contain the nervousness that creeps into the
loins of us. Our fate concieved of block by block and
word for word we walk the talk, hapless, every single
one of us, we favour this in the ways that we waver.
Lollipop, Lollipop
Hazing is punch or to be punched, we whimper what we have not fought, the body bruised, our fingers fraught,
we want lollipops to be our bread and bacon, in out
blood and our bones, our brothers to be naked with,
terrify, although our words will be vacant, in the same
of talk and this godless creation.
Lollipop, Lollipop
Turning into sap
the incredulous man
stumbles as he glances away
the harrowing way.
Lollipop, Lollipop, Lollipop, Lollipop
Face concealed by camera watch with sweaty paws and a stomach knotted by thoughts of lollipops, stick into a hot sticky mass in the pockets of the pants worn
leaving the shop, with a skip and a hop, what a bim
what a bop, what a bim what a bop what a bim, what a bop, bop pop.
Lollipop, Lollipop, Lollipop, Lollipop
He’s taken in hand
Led by his favourite band
Mumbles as he dances
In a crumbling gang
Lollipop, Lollipop, Lollipop, Lollipop
Thunder shakes our nerves to pulp, we gather in a parking lot, our loot spread out, an even glop, our
eyes welled up with tears of want, in tandem every
single one of us, in our hapless condition that we made
ourselves, in a sugar-rush, our bodies drop, oh our
bodies drop, when the rhythm stops, when the rhythm
stops, oh when the rhythm stops, when the rhythm stops
STOP!
Tradução da letra
Em nome da conversa insensível:
Esta era por nascer atingiu o seu ponto fraco.
Pirulito, Pirulito
Boca de espuma salivatng, o teu estômago faz como o estômago.
quer, contagioso cada Charro, o sabor leva
leva o seu tempo
Pirulito, Pirulito
Não consigo conter o nervosismo que entra no
lombos de nós. O nosso destino foi feito de bloco A bloco e
palavra por palavra nós andamos a falar, infeliz, cada um
um de nós é a favor disto da forma como vacilamos.
Pirulito, Pirulito
Praxe é ponche ou para ser esmurrado, choramos o que não combatemos, o corpo ferido, os nossos dedos cheios,
queremos que os chupa-chupas sejam o nosso pão e bacon.
o sangue e os nossos ossos, os nossos irmãos para estarem nus,
aterrorizar, embora as nossas palavras estejam vazias, na mesma
de falar e desta criação ímpia.
Pirulito, Pirulito
Transformando-se em seiva
o homem incrédulo
tropeça enquanto olha para longe
da maneira angustiante.
Pirulito, Pirulito, Pirulito, Pirulito
Cara escondida por um relógio de câmara com patas suadas e estômago enrugado por pensamentos de chupa-chupas, enfia-se numa massa quente e pegajosa nos bolsos das calças usadas.
sair da loja, com um pulo e um pulo, que bim
que bum, que BIM, que BIM, que BIM, que BIM, BIM pop.
Pirulito, Pirulito, Pirulito, Pirulito
Ele está controlado.
Liderado pela sua banda favorita
Mumbles as he dances
Num bando em ruínas
Pirulito, Pirulito, Pirulito, Pirulito
O trovão agita os nossos nervos à flor da pele, reunimo-nos num parque de estacionamento, o nosso saque espalha - se, uma luva uniforme, a nossa
olhos inchados com lágrimas de desejo, em conjunto com cada
um de nós, na nossa condição infeliz que fizemos
nós mesmos, com a pressa do açúcar, os nossos corpos caem, Oh nosso
os corpos caem, quando o ritmo pára, quando o ritmo
pára, Oh quando o ritmo pára, quando o ritmo pára
PARE!