The Gaslight Anthem — Old White Lincoln letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Old White Lincoln" de The Gaslight Anthem.

Letra

If I could write, I’d tell you how much I miss these nights.
Where we dig around the bones, try to find peace and patches for the holes.
I lit a cigarette on a parking meter.
Corner boys told her how I was dying to meet her.
Like a prayer I said, on a dead man’s knee.
You drove up like a parade.
You and your high top sneakers and your sailor tattoos.
Your old '55 that you drove through the roof.
Of the sky, up above these indifferent stars.
Where you just kept coming apart, straight in my arms.
And I miss her sometimes.
Shaking like a leaf on the corner of life.
But I heard it’s alright.
The radio spoke to a good friend of mine.
And I could feel it coming up as the nights getting warm.
Saw your summer dress hanging on the back of the lawn.
Like a dream I remember from an easier time.
With the top rolled down on a Saturday night.
You and your high top sneakers and your sailor tattoos.
Your old '55 that you drove through the roof.
Of the sky, up above these indifferent stars.
Where you just kept coming apart, straight in my arms.
Right in my arms.
And I always dreamed of Classic cars and movie screens.
Trying to find someway to be redeemed.
Baby darling, we will be, in the cold cold ground.
You and your high top sneakers and your sailor tattoos.
Your old '55 that you drove through the roof.
Of the sky, up above these indifferent stars.
Where you just kept coming apart, straight in my arms.
You fell straight in my arms.

Tradução da letra

Se pudesse escrever, dizia-te o quanto sinto a falta destas noites.
Onde escavamos à volta dos ossos, tentamos encontrar paz e remendos para os buracos.
Acendi um cigarro num parquímetro.
Os rapazes da esquina disseram-lhe que eu queria conhecê-la.
Como uma oração que eu disse, no joelho de um morto.
Apareceste como um desfile.
Tu e as tuas sapatilhas e tatuagens de marinheiro.
O teu velho 55 que conduziste pelo telhado.
Do céu, acima destas estrelas indiferentes.
Onde continuavas a separar-te, nos meus braços.
E às vezes sinto falta dela.
A tremer como uma folha no canto da vida.
Mas ouvi dizer que está tudo bem.
O rádio falou com um bom amigo meu.
E conseguia senti-lo a aproximar-se à medida que as noites se aqueciam.
Vi o teu vestido de Verão pendurado na parte de trás do relvado.
Como um sonho que me lembro de um tempo mais fácil.
Com a capota enrolada num sábado à noite.
Tu e as tuas sapatilhas e tatuagens de marinheiro.
O teu velho 55 que conduziste pelo telhado.
Do céu, acima destas estrelas indiferentes.
Onde continuavas a separar-te, nos meus braços.
Mesmo nos meus braços.
E sempre sonhei com Carros Clássicos e telas de cinema.
A tentar encontrar uma maneira de ser redimido.
Querida, estaremos, no chão frio.
Tu e as tuas sapatilhas e tatuagens de marinheiro.
O teu velho 55 que conduziste pelo telhado.
Do céu, acima destas estrelas indiferentes.
Onde continuavas a separar-te, nos meus braços.
Caíste nos meus braços.