The Forsaken — Massive Machinery letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Massive Machinery" de The Forsaken.
Letra
my way of life ending in decay
new eras of the wind is blowing
clearing everything in its path
creating new world order
plague on a fictive level still haunts
computerized levels in the new world
taken from the mind of the insane
rose of orphans to fuel the creation
a creation that is a ghost in mind
miles and miles of the dead but alive
I wander in the desert landscape,
Formed by the hands of evil
I hear the bell chime,
Fed to the massive machinery,
That keeps forcing
Soft walls encaged within ourselves
The coming of a new world
Who are we?
Another mouth to feed
Are we to walk the same path?
Yanked from the machine,
Which leeps me alive
No air, no sight
Terminated, control denied
Gave up without a fight
You colony of my disease
I wander in the destert landscape,
Formed by the hands of evil
I hear the bell chime,
Ther time has come
Fed to the massive machinery,
That keeps forcing
Soft walls encaged within ourselves
You make me tremble
My complex from
My disfigured body shaped
I have drunk the blood
I have eaten the flesh
I wonder in the desert landscape,
Formed by the hands of evil
I hear the bell chime,
Ther time has come
Fed to the massive machinery,
That keeps forcing
Soft walls within ourselves
Tradução da letra
o meu modo de vida a acabar em decadência
novas eras do vento sopram
limpar tudo no seu caminho
criar uma nova ordem mundial
a Praga a um nível fictício ainda assombra
níveis computadorizados no novo mundo
tirado da mente dos loucos
rosa dos Órfãos para alimentar a criação
uma criação que é um fantasma em mente
milhas e milhas dos mortos mas vivos
Vagueio pela paisagem do deserto,
Formado pelas mãos do mal
Ouço o sino tocar,
Alimentados pelas máquinas maciças,
Que continua a forçar
Paredes macias dentro de nós
A vinda de um novo mundo
Quem somos nós?
Outra boca para alimentar
Devemos seguir o mesmo caminho?
Arrancado da máquina,
Que me deixa vivo
Sem ar, sem visão
Terminado, controlo negado
Desististe sem lutar
Sua colónia da minha doença
Vagueio pela paisagem Desert,
Formado pelas mãos do mal
Ouço o sino tocar,
Chegou a hora
Alimentados pelas máquinas maciças,
Que continua a forçar
Paredes macias dentro de nós
Fazes-me tremer
O meu complexo de
O meu corpo desfigurado
Eu bebi o sangue
Eu comi a carne.
Pergunto-me na paisagem deserta,
Formado pelas mãos do mal
Ouço o sino tocar,
Chegou a hora
Alimentados pelas máquinas maciças,
Que continua a forçar
Paredes suaves dentro de nós