The Flatlanders — Cry For Freedom letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Cry For Freedom" de The Flatlanders.

Letra

Well my old friend, is this how you cry for freedom?
When you walk alone out in the cold, you walk alone
Into the night, looking for light, longing for fire
Out of your heart, cry for freedom, out on your own
And you were born, bound in chains, to cry for freedom
You cast a stone, you weren’t alone, to cry for freedom
But you cried for more
Your children rise and lift their eyes and cry for freedom
Old men swear and darken the air with clouds of lies
Some for you, some for me, some forever
To heal their hearts they cry for freedom, while freedom cries
And we were born, bound in chains, to cry for freedom
We cast a stone, we weren’t alone, to cry for freedom
The ones you love and skies above, cry for freedom
Heavy loads and open roads, cry for freedom
Birth and death and every breath, cry for freedom
Mountains tall, coyotes call
The river wide, the rising tide
The dove that mourns, a crown of thorns, cry for freedom
Horses wild, a laughing child, cry for freedom
Trembling lips, sailing ships
Falling stars, sad guitars
Right and wrong, a lonely song
My old friend, is this how you cry for freedom?

Tradução da letra

Meu velho amigo, é assim que chora pela liberdade?
Quando você anda sozinho no frio, você anda sozinho
À noite, à procura de luz, à procura de fogo
Fora do teu coração, chora por liberdade, fora por tua conta
E tu nasceste, acorrentado, para clamar pela liberdade
Lançaste uma pedra, não estavas sozinho, para chorar por liberdade
Mas choraste por mais
Os vossos filhos levantam-se e levantam os olhos e clamam por liberdade
Os velhos juram e escurecem o ar com nuvens de mentiras
Algumas para ti, outras para mim, outras para sempre
Para curar seus corações eles clamam por liberdade, enquanto a liberdade chora
E nascemos acorrentados, para clamar pela liberdade
Lançamos uma pedra, não estávamos sozinhos, para chorar por liberdade
Aqueles que amas e céus lá em cima, clamam por liberdade
Cargas pesadas e estradas abertas, clamam por liberdade
Nascimento, morte e cada respiração, clamam pela liberdade
Montanhas altas, os coiotes chamam
O Rio Largo, a maré crescente
A pomba que chora, uma coroa de espinhos, chora por liberdade
Cavalos selvagens, uma criança rindo, clamam por liberdade
Lábios trémulos, veleiros
Estrelas cadentes, guitarras tristes
Certo e errado, uma canção solitária
Meu velho amigo, é assim que pedes liberdade?