The Falcon — I'm So Happy I Could Just Cry Myself to Sleep or The Routes We Wander letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "I'm So Happy I Could Just Cry Myself to Sleep or The Routes We Wander" de The Falcon.

Letra

Tonight, tonight, the captain’s dreams are bad
Searching for the tear and the distant shore
Amidst the sluts, the drifters and the thieves
He doesn’t dream of landing any more.
Drowning in these tumblers
Tumbles through these doors
Swinging out to cold cement
From sticky, hard tiled floors.
This is the route we wander, girl
Every god-damned day
So, swallow hard and wipe them dreams away.
Come to life, come to life, come to life… again.
Come to life, come to life, come to life… again.
The stove and the cold killed the men and the dogs
The last glimpse of sun then all the winter is gone
Chained at the ankles, bound at the wrists
Stuffed into mail-sacks and tossed into drifts.
Come to life, come to life, come to life… again.
Come to life, come to life, come to life… again.
The lunar eye is burning, boring through me, digging deep
Into my chest, into my head, into my days, into my sleep
These dreams, these days, don’t give me no peace
These dreams, these days, don’t give me no peace.
Come to life, come to life, come to life… again.
Come to life, come to life, come to life… again.

Tradução da letra

Esta noite, esta noite, os sonhos do capitão são maus.
À procura da lágrima e da costa distante
Entre as putas, os vagabundos e os ladrões
Ele já não sonha em aterrar.
Afogando-se nestes tumblers
Tropeça por estas portas
Balançando para cimento frio
De chão pegajoso e duro.
Esta é a rota que vagueamos, rapariga
Todos os malditos dias
Então, engole com força e apaga os sonhos.
Vem à vida, vem à vida, vem à vida... outra vez.
Vem à vida, vem à vida, vem à vida... outra vez.
O fogão e o frio mataram os homens e os cães.
O último vislumbre do sol então todo o inverno se foi
Acorrentado nos tornozelos, amarrado nos pulsos
Metidos em sacos de correio e atirados em drifts.
Vem à vida, vem à vida, vem à vida... outra vez.
Vem à vida, vem à vida, vem à vida... outra vez.
O olho lunar está a arder, enfadonho através de mim, a cavar fundo
No meu peito, na minha cabeça, nos meus dias, no meu sono
Estes sonhos, hoje em dia, não me dão paz
Estes sonhos, hoje em dia, não me dão paz.
Vem à vida, vem à vida, vem à vida... outra vez.
Vem à vida, vem à vida, vem à vida... outra vez.