The Bevis Frond — I'm Always Offending My Sensitive Friends letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "I'm Always Offending My Sensitive Friends" de The Bevis Frond.
Letra
I’m always offending my sensitive friends
With my loud lingo-istics and rat-poison pen
When I fly through the air on a cheap chandelier
Crashing down on the party below
What a stupidly great way to go!
Molly, why don’t you love me no more?
Remember the good times we had long before?
You with your lemon and me with my spoon
All dressed up like a clown with a big red balloon
You with you hat pin and me in a thong
Doing Disco Forever
Where did we go wrong?
I’m always defending my sensitive friends
For their upright behaviour and uncertain ends
Though the eyes may be blinking
The light never bends
Casting doubt on the depth of the soul
And the flakes never fall from the bowl
Molly, why don’t you hold me no more?
Remember the newspaper spread on the floor?
With you and your classifieds
Me with my bag
Stuffed full of sandwiches
You with the rag
Wiping the dust off the keys to the car
Planning your getaway
Scraping the jar
You don’t say the words you used to say
And so I’m sad all day
I’m always pretending my sensitive friends
Are the ones who don’t like me
And that’s where it ends…
The gavel bangs down
The judge says «enough»
The lawyers all turn into clouds
There’s a sign posted «no dogs allowed»
Tradução da letra
Estou sempre a ofender os meus amigos sensíveis.
Com a minha linguagem barulhenta e caneta de veneno de rato
Quando voo pelo ar num candelabro barato
Despenhar-se na festa lá em baixo
Que maneira estupidamente boa de morrer!
Molly, porque não me amas mais?
Lembras-te dos bons tempos que tivemos muito antes?
Tu com o teu limão e eu com a minha colher
Todo vestido como um palhaço com um grande balão vermelho
Tu com o teu alfinete de chapéu e eu com uma tanga
Fazendo Disco Para Sempre
Onde é que errámos?
Estou sempre a defender os meus amigos sensíveis.
Pelo seu comportamento vertical e extremidades incertas
Embora os olhos possam estar a piscar
A luz nunca dobra
Lançando dúvidas sobre a profundidade da alma
E os flocos nunca caem da tigela
Molly, por que não me abraças mais?
Lembras-te do jornal espalhado no chão?
Contigo e com os teus classificados
Eu com a minha mala
Cheio de sanduíches
Tu com o trapo
Limpar o pó das chaves do carro
A planear a tua fuga
Raspar o frasco
Não dizes as palavras que costumavas dizer
E assim estou triste o dia todo
Estou sempre a fingir que os meus amigos sensíveis
São aqueles que não gostam de mim
E é aí que acaba…
O martelo bate para baixo
O juiz diz: "Basta.»
Os advogados transformam-se em nuvens
Há um cartaz a dizer: "não são permitidos cães.»