The Autumn Offering — Worn Out Wings letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Worn Out Wings" de The Autumn Offering.

Letra

Take up the hammer, strike the iron
Silence is filling you now
No escape for your misdealings
Misery guides the vines that twist and choke inside you
Seize the day, drop the blade
The end is truth, I’m living proof
I watched my future die
Through all the burned down bridges
Wasted years spent chasing demons
There’s nothing left to regret
Not even a fool like you should go on Fly into the sun
I’ll laugh when worn out wings burn
Through all the burned down bridges
Wasted years spent chasing demons
Another burned out town, acidic, dried out
Starving, desolation dealt in spades
Kill yourself, let there be no lies between us Trephination of the will
Kill myself, let there be no ties between us Another chalk line for the till
There’s nothing left to regret
Not even a fool like you should go on Fly into the sun
I’ll laugh when worn out wings burn
I haven’t shed a tear
It’s been so long through bitter years
Maybe I’m the one who’ll die
When worn out wings burn
Temptation baits the addict gene
Familiar places, empty spaces
Hereditary path of destruction
Coma-white riddled with sickness
Through all the burned down bridges
Wasted years spent chasing demons
Abandon your hope, for no one is listening
Turning a deaf ear to you
Excess of this unfit king I am To this earth flesh I’ll deliver
There’s nothing left to regret
Not even a fool like you should go on Fly into the sun
I’ll laugh when worn out wings burn
I haven’t shed a tear
It’s been so long through bitter years
Maybe I’m the one who’ll die
When worn out wings burn

Tradução da letra

Pega no martelo, bate no ferro
O silêncio está a encher-te agora.
Não há escapatória para os teus erros
A miséria guia as videiras que torcem e sufocam dentro de TI
Aproveita o dia, larga a lâmina
O fim é a verdade, Sou a prova viva
Vi o meu futuro morrer
Através de todas as pontes queimadas
Anos desperdiçados a perseguir demónios
Não há mais nada a lamentar.
Nem mesmo um tolo como tu devia voar para o sol
Eu vou rir quando as asas desgastadas queimarem
Através de todas as pontes queimadas
Anos desperdiçados a perseguir demónios
Outra cidade queimada, ácida, seca
Esfomeado, desolação, cheio de espadas
Mata-te, que não haja mentiras entre nós, trepanação da vontade.
Matar-me, deixar que não haja laços entre nós outra linha de giz para a caixa
Não há mais nada a lamentar.
Nem mesmo um tolo como tu devia voar para o sol
Eu vou rir quando as asas desgastadas queimarem
Não derramei uma lágrima
Já passou tanto tempo por anos amargos.
Talvez eu morra
Quando as asas desgastadas queimam
Tentação isca o gene viciado
Locais familiares, espaços vazios
Via hereditária de destruição
Coma-branco cheio de doença
Através de todas as pontes queimadas
Anos desperdiçados a perseguir demónios
Abandone a sua esperança, pois ninguém está a ouvir
A fazer-te ouvidos de surdo
Excesso deste rei inapto Eu sou para esta carne da terra eu vou entregar
Não há mais nada a lamentar.
Nem mesmo um tolo como tu devia voar para o sol
Eu vou rir quando as asas desgastadas queimarem
Não derramei uma lágrima
Já passou tanto tempo por anos amargos.
Talvez eu morra
Quando as asas desgastadas queimam