The Amenta — Spine letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Spine" de The Amenta.
Letra
There is no strength*
There are only systems
There is no belief
There is only dogma
No more spines
Controlled by ambition
Only buckled car bodies
In which we are caged
This sick new world
This sick world trapped
In buckled car bodies
Asleep at the wheel
Out of control
Controls out of reach
Always crashing
In the same car
Democracy is a faceless dictator
It’s branding erased
In repeated collisions
Under a tangled constitution
A squat, squalid slave
The scattered detritus
Of a freeway culture
There is no strength
There is only systems
There is no belief
There is only dogma
No more spines
Controlled by ambition
Only buckled car bodies
In which we are caged
A revolution
Is just a zero
It brings you right back
To where you began
Out with the old
In with the new
The only thing changing
Is who holds the whip
Peakhour traffic
In static dead air
Psyche mirrored in A crash victim’s fender
Every word brings
Smells of burning oil
We will all be Hunched shoulders
Windows shut and
Air recycled
No direction
No fucking spine
We are in neutral
Careening down steep streets
Asleep at the wheel
Out of control
No one takes the wheel
Just pretending to drive
A new dummy
Every time we crash
Everything stuttering
Towards zero
No movement and no meaning
This world is all
Dimming headlights
Billboards cluttered
With empty rhetoric
The futile chatter of A preprogrammed system
There is no difference
But there is a choice
There is a shell
But there is no spine
Tradução da letra
Não há força*
Existem apenas sistemas
Não há crença
Há apenas dogma
Acabaram-se as espinhas.
Controlada pela ambição
Apenas corpos amarrotados
Em que estamos enjaulados
Este novo mundo doentio
Este mundo doente preso
Em carroçarias de veículos
A dormir ao volante
Fora de controlo
Controlos fora do alcance
Sempre a cair
No mesmo carro
A democracia é um ditador sem rosto
A marca foi apagada.
Em colisões repetidas
Sob uma constituição emaranhada
Um escravo miserável
Os detritos dispersos
De uma cultura de auto-estrada
Não há força
Existem apenas sistemas
Não há crença
Há apenas dogma
Acabaram-se as espinhas.
Controlada pela ambição
Apenas corpos amarrotados
Em que estamos enjaulados
Revolucao
É apenas um zero
Traz-te de volta
Para onde você começou
Fora com o velho
Com o novo
A única coisa que muda
É quem segura o chicote
Tráfego de Peakhour
In static dead air
A psique espelhou-se no pára-choques da vítima.
Cada palavra traz
Cheira a óleo queimado.
Seremos todos ombros curvados
Janelas fechadas e
Ar reciclado
Sem direcção
Sem espinha.
Estamos em ponto morto.
Cuidado nas ruas íngremes
A dormir ao volante
Fora de controlo
Ninguém pega no volante.
Apenas fingindo conduzir
Um novo boneco
Sempre que nos despenhamos
Tudo gaguejando
Em direcção a zero
Sem movimento e sem significado
Este mundo é tudo
Faróis de luzes cintilantes
Outdoors lotados
Com retórica vazia
A conversa fútil de um sistema pré-programado
Não há diferença
Mas há uma escolha.
Há uma concha
Mas não há espinha.