Tanooki Suit — Avarice letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Avarice" de Tanooki Suit.

Letra

My pride can only be rivaled by my greed
But this prize is just beyond my reach
This covet of ours has left me a phantom
Much like our king
Who would forfeit his fort
Save his covetous heart
To wield an art
Only the sleeper could impart
Oh, Umbasa!
We claw away at these hollow walls
With these greedy hands of ours
We’re falling apart one by one
One by one
Poor saint!
These opus are a friend
That can close these wounds
At the price of her piety
Our maiden sought to comfort us With an embrace like the dark
Purge the children of black
To hell with the fools who would consume the stones of Ephemeral Eyes
I will hunt down these heroes
And render their world black
Your kingdom still crumbles
Amidst the men
Who will wrought our demise
I will brave out to these lands
And claim what should be mine
As the white washes over us We smash the stone
And hope to stem the tide
To cover up this lie
That the gods we thought we knew
And called upon
Was nothing but a monster all this time
We claw away at these hollow walls
With these greedy hands of ours
We’re falling apart one by one
And time and time again
I collect myself
Yet still only half a man
But the light within these souls
Has given rise
To an insatiable lust!
Soul of the mind, key to life’s ether
Soul of the lost, withdrawn from its vessel
Let strength be granted
So the world might be mended

Tradução da letra

O meu orgulho só pode rivalizar com a minha ganância.
Mas este prémio está fora do meu alcance.
Esta nossa cobiça deixou - me um fantasma
Tal como o nosso rei
Que perderia o seu forte
Salve o seu coração cobiçado
Para empunhar uma arte
Só o adormecido pode transmitir
Umbasa!
Arrancamos estas paredes ocas
Com estas nossas mãos gananciosas
Estamos a desmoronar-nos um a um.
Um por um
Pobre Santo!
Estes opus são amigos.
Isso pode fechar estas feridas.
Pelo preço da sua piedade
A nossa donzela procurou confortar - nos com um abraço como o escuro.
Purga os filhos do negro
Para o inferno com os tolos que consumiam as pedras dos olhos Efêmeros
Vou caçar estes heróis.
E tornar o seu mundo negro
O teu reino ainda se desmorona
Entre os homens
Quem irá provocar a nossa morte
Vou lutar até estas terras.
E reivindicar o que deveria ser meu
Enquanto o branco se lava sobre nós esmagamos a pedra
E espero conter a maré
Para encobrir esta mentira
Que os deuses que pensávamos conhecer
E convocada
Não passou de um monstro todo este tempo
Arrancamos estas paredes ocas
Com estas nossas mãos gananciosas
Estamos a desmoronar-nos um a um.
E vezes sem conta
Eu recomponho-me.
Ainda assim, apenas meio homem
Mas a luz dentro destas almas
Deu origem
A uma luxúria insaciável!
Alma da mente, a chave do éter da vida
Alma dos perdidos, retirada do seu receptáculo
Que a força seja concedida
Para que o mundo possa ser remendado