T. Graham Brown — I Wish That I Could Hurt That Way Again letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "I Wish That I Could Hurt That Way Again" de T. Graham Brown.

Letra

T Graham Brown
Miscellaneous
I Wish That I Could Hurt That Way Again (1986)
Oh I wish that I could hurt that way again
At least I had you every now and then
In between the sorrow at least there always was tomorrow
And as long as there’s tomorrow there’s no end
Oh I wish that I could hurt that way again
Oh I wish that we could play that game again
Even though I’d always lose and you would win
Times you would desert me how the emptiness would hurt me But your coming back was always worth the pain
Lord I wish that I could hurt that way again
I’d love to hear you tell me you don’t need me anymore
Just like you used to tell me everyday
And I’d love to watch you leaving like a hundred times before
At least my eyes could see you walk away
Oh I wish that I could hurt that way again
At least I had you every now and then
In between the sorrow at least there always was tomorrow
And as long as there’s tomorrow there’s no end
Oh I wish that I could hurt that way again

Tradução da letra

T Graham Brown
Diverso
Gostaria De Poder Magoar-Me Dessa Forma Novamente (1986))
Quem me dera poder magoar-me assim outra vez.
Pelo menos tinha-te de vez em quando.
Entre a tristeza, pelo menos, havia sempre o amanhã.
E enquanto houver amanhã não há fim
Quem me dera poder magoar-me assim outra vez.
Quem me dera que pudéssemos voltar a jogar esse jogo.
Mesmo que eu perdesse sempre e tu ganhasses
Às vezes abandonavas-me como o vazio Me magoava mas a tua volta sempre valeu a pena a dor
Senhor quem me dera poder magoar-me assim outra vez.
Adorava ouvir-te dizer-me que já não precisas de mim.
Tal como costumavas dizer-me todos os dias.
E adorava ver-te sair umas cem vezes antes.
Pelo menos Os meus olhos podiam ver-te a afastar-te
Quem me dera poder magoar-me assim outra vez.
Pelo menos tinha-te de vez em quando.
Entre a tristeza, pelo menos, havia sempre o amanhã.
E enquanto houver amanhã não há fim
Quem me dera poder magoar-me assim outra vez.