Svartsot — Spigrene letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Spigrene" de Svartsot.

Letra

Jeg så på da sygdommen kom
Jeg så på da den fordærvede vores land
Jeg så på og var forfærdet
Så på og var som lammet
Da sygdommen kom
Jeg stod tavs da folk skreg for hjælp
Jeg stod tavs da jeg var ræd for at dø
Jeg stod tavs lidt for ofte
Stod tavs lidt for længe
Da folk skreg for hjælp
Gud har dømt os til døden
Gud har dømt os til døden
O! Gud har dømt os til døden
Skal vi så dø ligesom dem?
Skal vi så i helvede brænde?
Skal vi så bukke under for pestilensen
Og dø ligesom dem?
Vi spærrede dem inde i deres hjem
Vi spærrede dem inde for at dø
Vi spærrede de karske ind med de syge
Ja, inde i deres hjem
Vi har dømt dem til døden
Vi har dømt dem til døden
O! Vi har dømt dem til døden
Jeg græd da bylderne kom
Jeg græd da mine børn blev syge
Jeg græd af hjertesorg, græd for vores sjæle
Da bylderne kom
Jeg lyttede da de spærrede os inde
Jeg lyttede da både kone og børn døde
Jeg lyttede i ensomhed, lyttede til mørket
Da de spærrede os inde

Tradução da letra

Eu observei quando a doença chegou.
Vi-o corromper o nosso país.
Eu observei e fiquei horrorizado
Observado e paralisado
Quando a doença chegou
Fiquei em silêncio quando as pessoas gritavam por ajuda.
Fiquei em silêncio enquanto tinha medo de morrer.
Fiquei um pouco calado muitas vezes.
Ficou em silêncio por muito tempo.
Quando as pessoas gritavam por ajuda
Deus condenou-nos à morte.
Deus condenou-nos à morte.
O! Deus condenou-nos à morte.
Vamos morrer como eles?
Vamos arder no inferno?
Vamos sucumbir à peste
E morrer como eles?
Trancámo-los nas suas casas.
Prendemo-los para morrer.
Trancámos a carapaça com os doentes.
Sim, dentro da casa deles.
Condenámo-los à morte.
Condenámo-los à morte.
O! Condenámo-los à morte.
Chorei quando os furúnculos chegaram
Chorei quando os meus filhos adoeceram.
Chorei de desgosto, chorei pelas nossas almas
Quando os furúnculos chegaram
Ouvi quando nos prenderam.
Ouvi quando a mulher e os filhos morreram.
Ouvi na solidão, ouvi a escuridão
Quando nos prenderam