Strung Out — Dead Spaces letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Dead Spaces" de Strung Out.

Letra

These lines on my face give up the time.
This blood withering through my veins is life like wine.
Drink to our last kiss and write a book about the mess.
A life in vulgar poetry, a testament in rhyme.
Incincerate while we can.
So now I sit alone in the dark in the house we used to play the part.
Empty rooms and photographs shout back in silence.
Dead spaces echo an attack for the love of what we used to both call home.
Wave a white flag and count me out.
Recognize how sanity would feel.
The space between these lines that I could never quite reveal.
In the blink of an eye that’s just too short to suffocate and kill.
So now I sit alone in the dark in the house we used to play the part.
Empty rooms and photographs shout back in silence.
Dead spaces echo an attack for the love of what we used to both call home.
It’s been two weeks without a sign of anyone.
I left the world behind cuz I don’t wanna believe in love.
Anxiety of a future we cannot command
too broken for the test, too toxic for a stand.
So I laid down and lost myself to the things I could not live down.
We are the wings of doves too broke to fly, to carry on.
So I laid down and lost myself to the things I could not live down.
We are the wings of doves too broke to fly, to carry on.
TO CARRY ON!
So now I sit alone in the dark in the house we used to play.
Empty rooms and photographs in silence.
As the memories come rushing back dead spaces echo an attack.
All for the love we left in silence.

Tradução da letra

Estas linhas na minha cara desistem do tempo.
Este sangue a esvair-se nas minhas veias é vida como vinho.
Brindemos ao nosso último beijo e escrevamos um livro sobre a confusão.
Uma vida na poesia vulgar, um testamento em rima.
Incincerar enquanto podemos.
Agora sento-me sozinho no escuro na casa onde fazíamos o papel.
Quartos vazios e fotografias gritam em silêncio.
Espaços mortos ecoam um ataque pelo amor daquilo a que chamávamos lar.
Acena com uma bandeira branca e não contes comigo.
Reconhece como a sanidade se sentiria.
O espaço entre estas linhas que nunca pude revelar.
Num piscar de olhos que é demasiado curto para sufocar e matar.
Agora sento-me sozinho no escuro na casa onde fazíamos o papel.
Quartos vazios e fotografias gritam em silêncio.
Espaços mortos ecoam um ataque pelo amor daquilo a que chamávamos lar.
Já passaram duas semanas sem sinal de ninguém.
Deixei o mundo para trás porque não quero acreditar no amor.
Ansiedade de um futuro que não podemos comandar
demasiado estragado para o teste, demasiado tóxico para um banco.
Por isso deitei-me e perdi-me para as coisas que não conseguia viver.
Somos as asas de pombas demasiado falidas para voar, para continuar.
Por isso deitei-me e perdi-me para as coisas que não conseguia viver.
Somos as asas de pombas demasiado falidas para voar, para continuar.
PARA CONTINUAR!
Agora sento-me sozinho no escuro na casa onde brincávamos.
Quartos vazios e fotografias em silêncio.
À medida que as memórias regressam, os espaços mortos ecoam um ataque.
Tudo pelo amor que deixamos em silêncio.