Stornoway — Knock Me On the Head letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Knock Me On the Head" de Stornoway.
Letra
There’s a hunger in the air and lemons swollen in the trees
When shadows fall across the moon, i strain my ears towards the breeze
A wasted summer listening, secluded as a cemetery
Withered limbs under the sand for an hourglass eternity
You hung an albatross around my neck
When you needed to knock me on the head and say
«no! no! no! no! no!»
Jackal legs and kangal dogs are floating dark as forestry
A woman dangles from a bridge on a thread of silver mercury
You hung an albatross around my neck
But you needed to knock me on the head and say
«no! no! no! no! no!»
I’ve seen the ghost of my anathema upon my bed
I need a body to knock me on the head and say
«no! no! no! no! no!»
I saw a feathered silhouette on the crest of unforgiving waves
It hovered over salty air and i couldn’t tear my eyes away
And somewhere in between the lines i drifted into fantasy
But you’re the only open book, a portal to a star-crossed sea
You hung an albatross around my neck
When you needed to knock me on the head and say
«no! no! no! no! no!»
I’ve seen the ghost of my anathema upon my bed
I need a body to knock me on the head and say…
«no! no! no! no! no!»
I’ve seen the ghost of my anathema upon my bed
I need a body to knock me on the head and say
«no! no! no! no! no!»
Tradução da letra
Há uma fome no ar e limões inchados nas árvores
Quando as sombras caem na lua, eu estico os meus ouvidos em direcção à brisa.
A wasted summer listening, seclud as a cemetery
Membros murchados sob a areia por uma eternidade de ampulheta
Penduraste-me um albatroz no pescoço.
Quando precisavas de me bater na cabeça e dizer
"não! não! não! não! não!»
Patas de chacal e cães cangurus flutuam como florestas.
Uma mulher pendurada numa ponte sobre um fio de mercúrio prateado
Penduraste-me um albatroz no pescoço.
Mas tinhas de me bater na cabeça e dizer:
"não! não! não! não! não!»
Vi o fantasma do meu anátema na minha cama.
Preciso de um corpo para me bater na cabeça e dizer
"não! não! não! não! não!»
Vi uma silhueta de penas na crista de ondas imperdoáveis.
Pairava sobre o ar salgado e não conseguia arrancar os olhos
E algures entre as linhas eu vagueei para a fantasia
Mas tu és o único livro aberto, um portal para um mar cruzado por Estrelas.
Penduraste-me um albatroz no pescoço.
Quando precisavas de me bater na cabeça e dizer
"não! não! não! não! não!»
Vi o fantasma do meu anátema na minha cama.
Preciso de um corpo para me bater na cabeça e dizer…
"não! não! não! não! não!»
Vi o fantasma do meu anátema na minha cama.
Preciso de um corpo para me bater na cabeça e dizer
"não! não! não! não! não!»