Stampead — Funeral Train letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Funeral Train" de Stampead.
Letra
Waiting around,
For a funeral train in Chester,
And I don’t feel it’s coming round.
I heard my mother,
Crying in the kitchen,
Doing her best not to make a sound.
And I could lay on the rails or set my sails,
Or clench my fists again,
Maybe put my guns away.
Remembering you and what you wanted.
All that we stood for.
How can I walk away?
From these,
Home dreams,
And half broken bridges,
That you wouldn’t dare to burn down.
And it’s,
Old friends,
Who tell you you’re not alone,
And then they never come around.
I know now that I can’t win,
When there’s nothing left to lose.
It’s only revenge.
And Lord, we’ve tried and tried,
But the future died for me,
In a hotel in LA.
Someday, one day, can’t catch a break.
Spend half my life on a line in a factory.
Waiting for some fresh air.
In these,
Home dreams,
And half broken bridges,
That you wouldn’t dare to burn down.
And it’s,
Old friends,
Who tell you you’re not alone,
And then they never come around.
I stood with my neighborhood.
Lined along the tracks,
On the saddest day.
I heard my mother,
Crying in the kitchen,
And I put my guns away.
I can see,
If you show me,
Right from wrong.
All I need,
Yes all I need,
Is a friend to say that it’s alright
Tradução da letra
Esperar,
Para um comboio funerário em Chester,
E não sinto que esteja a mudar de ideias.
Ouvi a minha mãe.,
A chorar na cozinha,
A fazer o seu melhor para não fazer barulho.
E eu podia deitar - me nos carris ou pôr as minhas velas,
Ou apertem os meus punhos outra vez,
Talvez guardar as minhas armas.
Lembrar-me de TI e do que querias.
Tudo o que defendemos.
Como posso ir embora?
A partir destes,
Sonhos Caseiros,
E meio pontes quebradas,
Que não te atreverias a queimar.
E é,
Amigo,
Quem te diz que não estás sozinho,
E depois nunca aparecem.
Agora sei que não posso ganhar,
Quando não há mais nada a perder.
É apenas vingança.
E Senhor, nós tentamos e tentamos,
Mas o futuro morreu por mim,
Num hotel em LA.
Um dia, um dia, não posso ter uma oportunidade.
Passar metade da minha vida numa linha numa fábrica.
À espera de ar fresco.
Nestes,
Sonhos Caseiros,
E meio pontes quebradas,
Que não te atreverias a queimar.
E é,
Amigo,
Quem te diz que não estás sozinho,
E depois nunca aparecem.
Estive com o meu bairro.
Alinhados ao longo dos trilhos,
No dia mais triste.
Ouvi a minha mãe.,
A chorar na cozinha,
E guardei as minhas armas.
Eu posso ver,
Se me mostrares,
O certo e o errado.
Tudo o que preciso,
Sim, tudo o que preciso,
É um amigo para dizer que está tudo bem