Sonata Arctica — The Vice letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "The Vice" de Sonata Arctica.

Letra

Number nine out of eleven little littermates
Rotten apples, all the way…
Littermates, all with different fates…
Taught them almost all I knew
and now, the best, the primus
Number Nine of eleven little littermates,
feeling almighty,
is after my throne.
In the bright daylight, little Number Nine
Dressed to kill, much like me Takes a look at the free world behind the gate
Of a castle and escapes.
I leave the baits, the night awaits
Snare well hidden for the littermate.
Evaded all but one, one by one.
Eleven little littermates
Annihilate.
Only Number Nine’s not in sight…
Hiding, for the moonlight eats the day
Kisses burn the paperthin wings away
Hate me, hate me, if they want you to break me Love — is — for — the weak
And the restless, relief in the end.
A broken lock and a twisted dream
for an early tomb, destiny’s overruled
Trailed it back to the Pagan Cathedral."
Don´t love me, don´t you dare!
I lie, I cheat and I don´t care
Don’t you go telling me tales about fidelity.
truth ain’t safe with me In (sane), in (pain)
Ran into a needle
Eye (love), Eye (hate)
don´t need anyone
Lights (on), Lights (out)
read it loud and clear…
and hear the lion roar.
without my eyes, they failed me,
knots untied.
I turned my weakness into a fine profession
more I hear, more I see
I can feel
the path I choose
What I did was a must,
Faced the music, away from the light, alone…
Without a view.
Someone thought to know me well
Drowned me in a wishing well…
Making mistakes, we all do,
Worst of mine was trusting in a stranger.
For now I’m feeling fine
Drank poison, liked the sign
Now touch the greatest fear
Impaired, to look sincere.
One step behind you, turn around and I am gone with what I need.
The essense of timely death, cold and dark, Love Less Hard.

Tradução da letra

Número nove de onze pequenos companheiros
Maçãs podres, até ao fim…
Companheiros de ninhada, todos com destinos diferentes.…
Ensinei - lhes quase tudo o que sabia.
e agora, o melhor, o primus
Número nove de onze pequenos companheiros,
sinto-me Todo-Poderoso,
está atrás do meu trono.
À luz do dia, pequeno número nove
Vestido para matar, tal como eu, Olha para o mundo livre atrás do portão.
De um castelo e escapa.
Eu deixo os iscos, a noite espera
Uma armadilha bem escondida para o companheiro.
Evadiu tudo menos um, um por um.
Onze pequenos companheiros
Aniquilar.
Só o número nove não está à vista.…
Escondido, porque o luar come o dia
Beijos queimam as asas de papel
Odeia-me, odeia-me, se eles querem que me quebres o amor-é - pelos-fracos
E o inquieto, alívio no final.
Um cadeado partido e um sonho retorcido
para uma tumba primitiva, o destino foi negado.
Segui-o até à Catedral pagã."
Não me ame, não se atreva!
Minto, faço batota e não me importo
Não me venhas contar histórias sobre fidelidade.
a verdade não está segura comigo em (sane), em (dor))
Encontrei uma agulha
Olho (amor), Olho (ódio))
não preciso de ninguém.
Luzes (acesas), luzes (apagadas))
lê-o alto e bom som.…
e ouvir o rugido do leão.
sem os meus olhos, eles falharam-me.,
nós desamarrados.
Transformei a minha fraqueza numa bela profissão.
mais ouço, mais vejo
Consigo sentir
o caminho que escolho
O que eu fiz foi uma obrigação,
Enfrentou a música, longe da luz, sozinho…
Sem Vista.
Alguém pensou conhecer-me bem
Afogou-me num poço de desejos.…
Cometendo erros, todos cometemos,
O pior de mim era confiar num estranho.
Por agora sinto-me bem
Bebia veneno, gostava do sinal
Agora toca no maior medo
Deficiente, para parecer sincero.
Um passo atrás de ti, vira-te e vou-me embora com o que preciso.
A essência da morte oportuna, fria e escura, O amor menos duro.