Soledad — Popurrí De Candombes letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Popurrí De Candombes" de Soledad.

Letra

Cuando el río de la Plata
me camina por adentro,
cuando el sol rueda tranquilo
en mi amanecer,
yo me estiro hasta mi pueblo
serpenteando en un candombe,
y una lámpara olvidada buscaré.
Cuando piso la escalera
de la casa de mis viejos,
ladra el perro avisando que llegué,
y unos cabellos añosos
asomando a la ventana
del jardín brotan los duendes
que me peinan y acarician
perfumando el moño azul de la niñez.
De vuelta por el barrio voy
en un candombe manso.
De vuelta por el barrio voy…
(Candombe del seis de enero)
Es por todos sabido
que el seis de enero
es el día de los Reyes Magos,
y en honor de uno de ellos, el más negro
se programa una fiesta en el barrio.
Es por todos sabido
que es el más negro,
el Rey de los Santos candomberos,
— San Baltasar es un santo muy alegre —
dice la mama Inés y mueve los pies.
Listos corazones,
van con el candombe
y con este ritmo a profesar,
los rojos colores, con festón dorado,
le gustan a Rey San Baltasar.
(Memoria azul)
He vuelto a atravesar una vez más
ese breve y estrecho corredor de luz,
que me ata al pasado,
que me ríe, que me burla,
que me llama y me olvida,
ese breve y estrecho corredor…
Hasta llegar a los años de mi inocencia,
y respirar las flores de la adolescencia.
Cálidas praderas, infantiles voces
memoria azul.

Tradução da letra

Quando o rio da Prata
ele anda por dentro,
quando o sol rola calmo
no meu amanhecer,
eu me estico até meu povo
serpenteando em um candombe,
e uma lâmpada esquecida vou procurar.
Quando eu andar a escada
da casa dos meus velhos,
ladra o cão, avisando que cheguei,
e um cabelo velho
olhando para a janela
do jardim brotam os duendes
que me penteiam e acariciam
perfumando o pão azul da infância.
De volta ao bairro eu vou
num candombe manso.
De volta ao bairro eu vou…
(Candombe de seis de Janeiro)
É por todos conhecido
que em seis de Janeiro
é o dia dos Reis Magos,
e em homenagem a um deles, o mais negro
vai haver uma festa no bairro.
É por todos conhecido
que é o mais negro,
O Rei dos Santos castiçais,
— São Baltasar é um santo muito alegre —
diz a mama Inês e mexe os pés.
Corações prontos,
vão com o candombe
e com este ritmo a professar,
os vermelhos cores, com festão dourada,
O Rei São Baltasar gosta deles.
(Memória azul)
Voltei a atravessar mais uma vez
aquele breve e estreito corredor de luz,
que me amarra ao passado,
que me ri, que me zomba,
que me chama e me esquece,
aquele corredor curto e estreito…
Até chegar aos anos da minha inocência,
e respirar as flores da adolescência.
Pradarias quentes, vozes infantis
memória azul.