Soledad — Nunca Me Fui (De Chiquita) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Nunca Me Fui (De Chiquita)" de Soledad.

Letra

De chiquita me veía donde me perdí
En Alem y San Lorenzo donde yo crecí
Con botitas amarillas en la esquina inundación
Pero esa lluvia, no me mojó
Casita de rejas blancas, frente aún sin terminar
En verano la ventana abría de para en par
Por las noches la llorona que me hacía dormir mal
Pero ese miedo, ya no es igual
Y al llegar diciembre
Ese miedo se escondía en la ilusión
Mirando al cielo
Esperando que bajara el niño Dios
Son cosas que llevo siempre en cada canción
Y nunca me fui
Donde miro está mi pueblo y es así
Como olvidar, si esa niña todavía sigue en mi
Nunca me fui, si el cariño de esta gente sigue aquí
Soy lo que soy, siempre guardo lo que fui
Y mamá que me compraba la ropa mayor
Para que me dure mucho, para que me enoje yo
Su peinado en mi cabeza, achinándome los ojos
No vaya a ser, que agarre piojos
En invierno ir a la escuela me costaba más
En el auto de mi viejo que tardaba en arrancar
Muy prolijo el guardapolvo
Sin monedas el bolsillo
A mí el recreo, me daba igual
Y al final de clase
El olvido de mis viejos y caminar
De vuelta a casa
Con el portafolio lleno, sin llorar
Recuerdos que no se olvidan, que siempre están
Y nunca me fui…
Los domingos en el campo y era pura libertad
La sonrisa de mi abuela y toda su complicidad
El olor a mandarina y la cañita de pescar
Volver pensando
Llena de barro, que cuento inventar
Y nunca me fui…
…Y como olvidar
Que en Alem y San Lorenzo iba empezar
Este camino que aún no escribe su final

Tradução da letra

De chiquita via Me onde me perdi
Em Alem e San Lorenzo onde eu cresci
Com botinhas amarelas no canto inundação
Mas aquela chuva não me molhou
Casinha de grades brancas, frente ainda inacabada
No verão a janela abria de para em par
À noite a chorona que me fazia dormir mal
Mas esse medo, já não é igual
E na chegada dezembro
Esse medo estava escondido na ilusão
Olhando para o céu
Esperando que o Menino Deus desça
São coisas que levo sempre em cada canção
E nunca me fui embora
Onde eu olho é o meu povo e é assim
Como esquecer, se essa menina ainda está em mim
Nunca me fui embora, se o amor destas pessoas ainda estiver aqui
Sou o que sou, sempre guardo o que fui
E a mãe que me comprava as roupas mais velhas
Para que dure muito, para que me zangue eu
Seu penteado na minha cabeça, achinando meus olhos
Não vai ser, que agarre piolhos
No inverno ir à escola me custava mais
No carro do meu velho que demorava a ligar
Muito limpo o macacão
Sem moedas o bolso
A mim o recreio, não me importava
E no final da aula
Esquecimento dos meus velhos e andar
De volta para casa
Com o portfólio cheio, sem chorar
Memórias que não são esquecidas, que estão sempre
E nunca me fui embora…
Aos domingos no campo e era pura liberdade
O sorriso da minha avó e toda a sua cumplicidade
O cheiro de tangerina e a cana de pesca
Voltar pensando
Cheia de lama, que conto inventar
E nunca me fui embora…
Olvidar e como esquecer
Que em Alem e San Lorenzo ia começar
Este caminho que ainda não escreve seu fim