Sole Giménez — Todo se transforma letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Todo se transforma" de Sole Giménez.
Letra
Tu beso se hizo calor,
Luego el calor, movimiento,
Luego gota de sudor
Que se hizo vapor, luego viento
Que en un rincón de La Rioja
Movió el aspa de un molino
Mientras se pisaba el vino
Que bebió tu boca roja.
Tu boca roja en la mía,
La copa que gira en mi mano,
Y mientras el vino caía
Supe que de algún lejano
Rincón de otra galaxia,
El amor que me darías,
Transformado, volvería
Un día a darte las gracias.
Porque cada uno da lo que recibe
Y luego recibe lo que da.
Nada es más simple,
No hay otra norma:
Nada se pierde,
Todo se transforma,
Todo se transforma.
El vino que pagué yo,
Con aquel euro italiano
Que había estado en un vagón
Antes de estar en mi mano,
Y antes de eso en Torino,
Y antes de Torino, en Prato,
Donde hicieron mi zapato
Sobre el que caería el vino.
Zapato que en unas horas
Buscaré bajo tu cama
Con las luces de la aurora
Junto a tus sandalias planas
Que compraste aquella vez
En Salvador de Bahía,
Donde a otra diste el amor
Que hoy yo te devolvería.
Porque cada uno da lo que recibe
Oh oh oh oh Y luego recibe lo que da.
Nada es más simple,
No hay otra norma:
Nada se pierde,
Todo se transforma.
Y luego recibe lo que da.
Nada es más simple,
No hay otra norma:
Nada se pierde, no, no, no Todo se transforma,
Todo se transforma.
Na na na na na
Tradução da letra
O teu beijo ficou quente,
Então o calor, movimento,
Então gota de suor
Que fez vapor, depois vento
Que em um canto do Rioja
Moveu a lâmina de um moinho
Enquanto pisava o vinho
Que bebeu a tua boca vermelha.
A tua boca vermelha na minha,
A taça que gira na minha mão,
E enquanto o vinho caía
Soube que de algum distante
Canto de outra galáxia,
O amor que me darias,
Transformado, voltaria
Um dia para te agradecer.
Porque cada um dá o que recebe
E então ele recebe o que dá.
Nada é mais simples,
Não há outra norma:
Nada se perde,
Tudo se transforma,
Tudo se transforma.
O vinho que paguei,
Com aquele Euro italiano
Que tinha estado num vagão
Antes de estar na minha mão,
E antes disso em Torino,
E antes de Torino, em Prato,
Onde fizeram o meu sapato
Sobre o qual o vinho cairia.
Sapato que em poucas horas
Vou procurar Debaixo da tua cama
Com as luzes da aurora
Ao lado de suas sandálias planas
Que compraste daquela vez
Em Salvador-<url>,
Onde a outra deu o amor
Que hoje eu te devolveria.
Porque cada um dá o que recebe
Oh oh oh oh e depois recebe o que dá.
Nada é mais simples,
Não há outra norma:
Nada se perde,
Tudo se transforma.
E então ele recebe o que dá.
Nada é mais simples,
Não há outra norma:
Nada se perde, Não, Não, nem tudo se transforma,
Tudo se transforma.
Na na na na na