Soan — S'il y a du monde letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "S'il y a du monde" de Soan.
Letra
Je te le jure nous fûmes enfants
Nous avons ri de peu de chose
Amis des cowboys aux indiens
Sûrs d’avoir le temps, les métempsychoses
Mais il n’en est rien
Il n’y aura fallu qu’un méandre
Une ou deux paires de claques en trop
Pour que le feu donne des cendres
Et qu’on descende voir là-haut
S’il y a du monde
Aux orgues les fantômes
On n’a pas bien vu passer l’ombre
On a maudit chaque seconde
Et les bout de nous qui se tordent
L’existence était blonde, j’avais besoin de toi
Distances à la ronde, dixit un attentat
Que la vie est longue sans ça
Je te le jure nous fûmes grands
Dans les bras du magicien d’Oz
Aux angles sud-américains, citant Maupassant
Sur un lit de roses libre entre tes mains
Il y n’y aura plus rien d’exsangue
A la vindicte de tes mots pas de chance
Qu’on entendre à s’y méprendre les tableaux à nos îles à flot
Aux orgues les fantômes
On n’a pas bien vu passer les ombres
On a maudit chaque seconde
Et les bouts de nous qui se tordent
L’existence était blonde j’avais besoin besoin de toi
Distances à la ronde, dixit un attentat
Que la vie est longue sans ça.
(Merci à morgane pour cettes paroles)
Tradução da letra
Juro que éramos crianças.
Ríamos do pouco
Amigos dos cowboys aos índios
Claro que vou ter tempo, metempsicoses.
Mas não é nada
Só terá sido preciso um mauzão.
Um ou dois pares de bofetadas extras
Para que o fogo dê cinzas
E vamos descer e ver lá em cima
Se houver pessoas
Para os órgãos os fantasmas
Não vimos bem a sombra.
Amaldiçoamos cada segundo.
E os twitching acabam connosco
A existência era loira, eu precisava de TI
Distâncias rodadas, dixit um ataque
Que a vida é longa sem ela
Juro que fomos óptimos.
Nos braços do feiticeiro de Oz
Cantos sul-Americanos, citando Maupassant
Numa cama livre de rosas nas tuas mãos
Não haverá mais derramamento de sangue.
Para a vingança das tuas palavras sem sorte
Vamos ouvir as imagens incompreendidas em nossas Ilhas à tona
Para os órgãos os fantasmas
Não vimos as sombras a passar.
Amaldiçoamos cada segundo.
E os pedaços de nós que torcem
A existência era loira eu precisava de TI
Distâncias rodadas, dixit um ataque
Essa vida é longa sem ela.
(Agradecimentos a morgane por estas palavras)