Sinkope — Le voy a cobrar a tus labios tus miradas letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Le voy a cobrar a tus labios tus miradas" de Sinkope.
Letra
Le voy a cobrar a tus labios tus miradas
Por descarada y pa' sentir
Y poder vestir con tu sonreír mis raidos rincones
Donde duermen las flores que huyen del jardín de mi umbrío corazón
Y entre tu sol y limpie mi cielo de nubarrones
Que mi sangre impone alegres canciones pa' entrar en escena
Y ser larguen mis penas por los callejones que dan al olvido
Y acuda desnuda en mis noches oscuras tu luna llena
Y alumbre las aceras donde hago hogueras pa' trillar el ruido
Que hacen las cadenas que arrastran la arena de mis bolsillos
Y pa' mi triste playa quiero tus olas, pa' mi fuente seca
Tu manantial
Me noto sediento y va siendo hora de ponerse al lio y beber
Del rio que hay en tu mirar
Y espantar al frio que venía conmigo, lo voy a quemar
Y brindar por tus ojos los cuales me arrojo ya puedes mirar
Que vengo vestido para que me empiecen a desnudar
Tus manos, tus manos…
Le voy a cobrar a tus labios tus miradas
Por descarada y por placer
Pues quiero tejer mi amanecer con tu mañana
Y me invadan las ganas de arder en tu piel y probar tu calor
Y con tu olor bordar el aura que nos acompaña
Y notar que sanan las grietas que abre el puto dolor
Cuando rompen las ramas de mi árbol
Se resfría en invierno y no da sombra en verano
Tradução da letra
Vou cobrar aos teus lábios os teus olhares
Por atrevida e pa ' sentir
E poder vestir-se com o seu sorrir meus raidos recantos
Onde dormem as flores que fogem do Jardim do meu umbrio coração
E entre seu sol e limpe meu céu de nuvens
Que o meu sangue impõe canções alegres pa ' entrar em cena
E ser larguem as minhas mágoas pelos becos que dão ao esquecimento
E vai nua nas minhas noites escuras a tua lua cheia
E alume as calçadas onde faço fogueiras para trilhar o barulho
Que fazem as correntes que arrastam a areia dos meus bolsos
E para a minha triste praia quero as tuas ondas, para a minha fonte seca
A tua fonte
Sinto me sedento e está na hora de ir beber
Do rio que há em seu olhar
E assustar o frio que vinha comigo, vou queimá-lo
E brindar aos teus olhos que me atiro já podes olhar
Que venho vestido para que me comecem a despir
As tuas mãos, as tuas mãos…
Vou cobrar aos teus lábios os teus olhares
Por descarada e por prazer
Quero tecer o meu nascer do sol com a tua manhã
E eu sou invadido pela vontade de queimar em sua pele e testar seu calor
E com o teu cheiro bordar a aura que nos acompanha
E notar que eles curar as rachaduras que abre a porra da dor
Quando eles quebram os galhos da minha árvore
Ele esfria no inverno e não dá sombra no verão